Quem concorda comigo de que a vida é imprevisível? Até uma pessoa como eu, que vive reclamando da monotonia da própria vida, afirma isso. Bom ou ruim, sempre acontece alguma coisa no seu dia que você não esperava acontecer. Ontem foi assim. Estava tudo prontinho para a viagem de hoje a noite, até que meu pai me liga falando que o meu irmão estava no aeroporto me esperando. E com certeza ele deveria estar bravo, porque sair do trabalho mais cedo para ficar esperando uma pessoa no aeroporto durante duas horas e ela simplesmente não chegar...é de tirar do sério.
Mas a culpa não foi minha, eles acabaram confundindo o dia. Mesmo eles tendo confundido, o mínimo que eu poderia fazer era ligar e pedir desculpas. Fiquei achando que teria que ir de táxi quando chegasse lá hoje, já que meu pai veio falar isso para mim. Porém, quando eu falei isso para o meu irmão ele ficou rindo de mim (ele deve ter falado isso só porque estava bravo na hora).
Então, hoje a noite, estarei indo a São Paulo e não sei se vou poder acessar a internet lá. Ou seja, o blog vai estar sem posts até a minha volta (não briguem comigo - sim, hoje, eu mal entrei no msn e já tinha gente querendo que eu escrevesse o post de hoje). Espero que eu tenha muita coisa para contar para vocês sobre a viagem, porque sinceramente, as vezes eu fico com medo de não ter o que escrever aqui.
A outra coisa que aconteceu (que eu nunca iria adivinhar) foi 1:30 da manhã. Eu, no msn, teclando com um amigo meu e alguns minutos depois, ele apareceu aqui em casa. Ficamos conversando até 4h (sorte que ficamos longe dos quartos, todo mundo já estava dormindo - você não vai querer acordar duas crianças de 3 anos de idade no meio da madrugada) e por mais que eu estivesse morrendo de sono, o tempo passou muito rápido. Achei interessante quando nós dois ficamos em silêncio e ele disse: "Nossa, aqui fica tudo tão quieto assim?". É aquela típica coisa que você sabe (porque você convive com isso todos os dias), mas nunca concretizou o fato com palavras.
A última coisa imprevisível do meu dia foi mais no campo dos sentimentos. Ontem eu tive uma daquelas sensações estranhas que eu não consigo descobrir de onde vem e nem explicar o porquê de eu sentir. Era como se eu pudesse ver aquela linha tênue entre a vida e a morte. Era como se eu tivesse que falar eu te amo para as pessoas que são importantes para mim, porque eu lembrei que eu posso estar aqui nesse exato momento, e de repente não estar mais. Enfim, não quero me prolongar nesses sentimentos de incerteza sobre a vida. Vamos viajar e viver sentimentos de alegria, euforia e excitação e, lógico, descansar de Brasília (muito útil e necessário).
Até a próxima e me desejem boa viagem.
Mas a culpa não foi minha, eles acabaram confundindo o dia. Mesmo eles tendo confundido, o mínimo que eu poderia fazer era ligar e pedir desculpas. Fiquei achando que teria que ir de táxi quando chegasse lá hoje, já que meu pai veio falar isso para mim. Porém, quando eu falei isso para o meu irmão ele ficou rindo de mim (ele deve ter falado isso só porque estava bravo na hora).
Então, hoje a noite, estarei indo a São Paulo e não sei se vou poder acessar a internet lá. Ou seja, o blog vai estar sem posts até a minha volta (não briguem comigo - sim, hoje, eu mal entrei no msn e já tinha gente querendo que eu escrevesse o post de hoje). Espero que eu tenha muita coisa para contar para vocês sobre a viagem, porque sinceramente, as vezes eu fico com medo de não ter o que escrever aqui.
A outra coisa que aconteceu (que eu nunca iria adivinhar) foi 1:30 da manhã. Eu, no msn, teclando com um amigo meu e alguns minutos depois, ele apareceu aqui em casa. Ficamos conversando até 4h (sorte que ficamos longe dos quartos, todo mundo já estava dormindo - você não vai querer acordar duas crianças de 3 anos de idade no meio da madrugada) e por mais que eu estivesse morrendo de sono, o tempo passou muito rápido. Achei interessante quando nós dois ficamos em silêncio e ele disse: "Nossa, aqui fica tudo tão quieto assim?". É aquela típica coisa que você sabe (porque você convive com isso todos os dias), mas nunca concretizou o fato com palavras.
A última coisa imprevisível do meu dia foi mais no campo dos sentimentos. Ontem eu tive uma daquelas sensações estranhas que eu não consigo descobrir de onde vem e nem explicar o porquê de eu sentir. Era como se eu pudesse ver aquela linha tênue entre a vida e a morte. Era como se eu tivesse que falar eu te amo para as pessoas que são importantes para mim, porque eu lembrei que eu posso estar aqui nesse exato momento, e de repente não estar mais. Enfim, não quero me prolongar nesses sentimentos de incerteza sobre a vida. Vamos viajar e viver sentimentos de alegria, euforia e excitação e, lógico, descansar de Brasília (muito útil e necessário).
Até a próxima e me desejem boa viagem.
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