sábado, 30 de junho de 2012

Para Roma Com Amor

     Roma...um cenário considerado como romântico e belo - no que diz respeito a arquitetura. Para Roma Com Amor é um filme que está em cartaz, do diretor Woody Allen. Eu não sou crítica de cinema, mas como qualquer pessoa que adora assistir filme, ai seguem minhas opiniões.
   Um filme, como esperado, com uma narrativa não contínua. Conta aspectos da vida, que giram em torno de relacionamentos, de vários personagens, incluindo sedução, traição, status e poder. Mostra fantasias que nós temos, ambições que almejamos, como ser rico, famoso, ter uma namorada(o) mais bonito, mais sexy, beijar um ator de cinema, ou ficar com uma mulher gostosa. 
   Quem não tentar extrair nada de importante do filme, vai achar que é uma pura viagem, sem nexo, com cenas engraçadas e vai sair do filme com um ponto de interrogação. Porém, eu fiquei pensando e no final eu conclui o seguinte:
     os seres humanos perdem muito tempo enxergando as suas insatisfações e deixam passar o resto. Todos somos insatisfeitos com alguma coisa da nossa vida, considero isso inerente à qualquer pessoa, afinal, se ficássemos sempre satisfeitos, iríamos estagnar na vida, nos conformar e nunca tentar mudar, ou correr atrás de sonhos e mudanças. 
     Gostei do filme nesse aspecto, me faz pensar sobre as reclamações que as pessoas fazem da vida, e as minhas também. Existe coisa melhor do que ter a liberdade e a autonomia para se locomover, ir ao cinema, assistir um filme, rir sozinha, e ainda sair completa de lá? Enfim, sai do shopping, olhei para o céu lindo de Brasília e pensei: hoje eu estou feliz, e não tenho nada à reclamar. 


sábado, 16 de junho de 2012

Satisfação

  Sabe quando você acorda - no quinto dia - pensando no mesmo assunto? Discutir a relação. Você fica remoendo e passando todas as falas pela sua cabeça, a mão fica gelada, você tem vontade de chorar, e fingir que nada aconteceu. E o que você pode fazer? Apenas esperar ele voltar de viagem para poder sentar e conversar. 
  Enquanto isso eu estudo, trabalho e tento sempre me tornar uma pessoa melhor e madura. Nesse meio tempo, um amigo (João Pedro) voltou a entrar na internet - sumiu devido problemas técnicos. E ele fez o meu dia ficar lindo, hoje. Estávamos conversando sobre o meu relacionamento atual, e os conflitos dele. Eu disse que gostaria de poder ajudá-lo, e ele respondeu: "Mas você ja me ajudou muito. Principalmente com o relacionamento com as pessoas".
   Eu fiquei tão orgulhosa de mim mesma por ter consigo ajudar alguém - ainda mais na área que eu mais gosto, relacionamentos. E isso é irônico, na situação em que eu me encontro - tendo que fazer DR. Mas eu consigo ver luz no final do túnel - que clichê. Eu devo ter uma bagagem que me possibilite sair da situação que eu estou de forma madura e justa, não sem sofrimento. 
  Acho que o mais difícil é ter que admitir que a pessoa que você gosta, não pode corresponder no momento o que você deseja. E é nessa hora que você ou abre mão da pessoa, ou abre mão do que você quer e se adapta a ela. Mas eu estou com uma filosofia de vida que o que eu desejo é mais importante, então acho que abrirei mão da pessoa - será que ele se adapta a isso?
    E o mais interessante de tudo, é que todas as áreas da minha vida - profissional, estudos, família, interior, amorosa, amizades - vão virar para o foco no relacionamento, até porque viver em sociedade e não pensar em se relacionar com o outro é impossível. E eu acho isso tudo tão lindo. Sou apaixonada pela relação, pelo outro, e por tudo que isso desencadeia. 
    Hoje eu consegui sentir essa paixão mais aflorada, em meio ao sofrimento e ao caos, o belo e o amor ainda existem, só basta parar para dar uma olhada. Será que eu sou uma pessoa romântica?





sexta-feira, 15 de junho de 2012

Cansada

   Ontem eu cheguei na terapia falando a frase da minha semana: "Estou cansada". E como esperado, sexta-feira, último dia dito como "útil" da semana, o cansaço é o triplo. 
   Cansada porque estou no final de semestre da faculdade. Faltam 16 dias para as férias e 3 trabalhos + 2 provas para fazer. Para completar eu fiquei doente - peguei gripe das minhas irmãs; a tpm está chegando e vivenciei uma frustração grande no dia dos namorados - isso que dá viver muito no futuro, em vez de curtir o aqui e agora, preciso aprender isso. 
      Frustrações do dia dos namorados a parte, meu dia foi ótimo. Almocei com a minha irmã em um restaurante chinês, que faz parte das lembranças da nossa infância. Depois voltamos para casa e descansamos um pouco. A tarde nós fomos em uma papelaria gastar dinheiro. Comprei caneta colorida, pasta, corretivo, durex, grampeador, papéis coloridos para fazer anotações e um caderno muito fofo - que já virou meu diário não virtual. E a noite nós saímos para jantar. Ou seja, o dia dos namorados, para mim, foi o dia da irmã, companheira para todas as horas.
    Concluindo o meu cansaço, hoje eu quase matei aula. Mas como uma boa aluna nerd/cdf, eu vim! Nesse exato momento estou assistindo colegas apresentando um trabalho de escolar (sorte que eu já apresentei). 
  Eu gostaria de falar aqui dá importância que a comunicação tem em uma relação. Depois do que eu vivenciei no dia dos namorados - sim, está relacionado com o meu ficante -, eu percebi, mais uma vez, como a sinceridade e a comunicação são elementos que para mim devem estar presentes em qualquer relação. Acho que foi o aprendizado mais precioso que eu tive durante os meus relacionamentos tanto com familiares, quanto com amigos e namorados, faz toda a diferença. 
  Para terminar o post de hoje - pedido pelo meu querido amigo Kenji - gostaria de falar que você sempre foi um amigo especial e importante para mim. Sempre está ao meu lado, nunca me julga e sempre me apoia. E saiba que eu também estarei aqui para você.
   O próximo post será sobre um livro que eu estou lendo chamado @mor do autor Daniel Glattauer. Um livro que de certa forma eu me identifiquei muito.
     

terça-feira, 12 de junho de 2012

Infeliz Dia Dos Namorados

  O que eu estou sentindo hoje é totalmente diferente do que eu estava sentindo ontem. Eu estava com esperanças de que iria ver o meu namorado à noite. Mas ele me falou que iria viajar para Salvador hoje de manhã, com a família (que isso esteja claro para amigos que vem colocar a pulga atrás da minha orelha).
    Agora eu estou aqui, me sentindo abandonada. E essa sensação de abandono me trás a revolta. Estou com raiva do mundo - sim, para eu não ter que sentir raiva dele por estar ausente, eu projeto a raiva no mundo. E em pensar que ontem eu estava no shopping, gastando R$ 120,00 de presente, e não vou poder entregar hoje - ele só volta na sexta-feira. Se eu soubesse disso, não teria comprado nada - estou com raiva, muita raiva.
   E para completar, eu ainda estou aqui na faculdade esperando para fazer prova, pelo menos vou me livrar de alguma coisa chata da minha vida. 
   Mesmo estando com raiva da minha situação, eu espero que o dia dos namorados - para quem tem - seja ótimo. Curtam por mim, eu vou curtir a minha irmã hoje.

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Aquelas três palavras mágicas: eu te amo

  Hoje e todos os dias em que eu estou com ele, eu me pego me imaginando falando para ele aquelas três palavras mágicas: eu te amo. Mas eu nunca falo, eu me reprimo por medo, medo de ele não corresponder, medo de não ser o tempo certo, medo da reação dele. As palavras que saem da minha boca nessas horas são: eu te adoro. Eu concordo com essas palavras, mas elas não são mais o suficiente para representar o que eu sinto por ele.
  E me falaram hoje: "Você só deve falar eu te amo, se realmente estiver amando a pessoa". Mas vocês acham que só existe um tipo de amor? Vocês acham que existe o amor certo e o amor errado? Será que não é simplesmente o que cada um sente? Cada um não sente de uma forma diferente e única? E que uma mesma pessoa sente um amor diferente por cada pessoa que ela convive?
   Mas e ai? Existe um tempo e uma hora certa para expressar o amor que você sente por alguém? Talvez eu possa falar eu te amo para ele, mas falar sem esperar algo em trocar, falar apenas para tirar do meu peito esse sentimento que aperta quando não é expressado.  Não posso deixar ele ir embora sem antes eu poder mostrar o tanto que gosto dele. Não posso deixar ele ir embora sem ele saber que eu vou esperar ele voltar...mesmo eu tento que esperar nove meses para poder sentir ele de novo. 
    Eu concluo da seguinte forma. Todos os dias e todas as horas são as certas para falar eu te amo. Desde que esse falar seja para expressar o que a pessoa sente por outra, e não como uma chantagem para conseguir algo em troca - desde carinho, até a prender a pessoa para sempre. Falar, como um amigo meu diz "quando você não consegue mais guardar para si mesmo".
   Acho que esse tema surgiu para aquecer os corações...amanhã é o dia dos namorados! Espero conseguir passar com ele e que vocês passem com quem vocês amam *-*!


terça-feira, 5 de junho de 2012

Conversa

Ange xD diz:
Hoje eu entendi...
entendi porque eu não gosto de contar para ninguém
sobre namorado
Paulo diz:
porque?
Ange xD diz:
porque como a chance de dar certo é incerta...e a minhas expectativas são muito grandes, eu sempre me frusto!
Dai eu conto pra alguem como se fosse dar certo, e quando nao dá
eu me sinto na obrigação de contar que nao deu certo
e eu nao aguento mais isso!
ou seja, eu sofro mais de uma vez
Paulo diz:
Entendi!
É ruim msm
Ange xD diz:
Porque eu tenho que sofrer e ainda contar pra deus e o mundo
e ai eu vivo a dor mais de uma vez!
Paulo diz:
Calma você vai arrumar alguem mtoo especial pra você
Você é tão fofa!
Paulo diz:
Agora aproveita pra curtir!

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Ambivalência

  Vocês já estiveram em uma situação que existem sensações opostas, mas que andam juntas? Eu estou assim hoje. 
   O Rodrigo finalmente chegou em Brasília *-* e isso me deixa tão feliz - estar com ele. Ganhar carinho, dar carinho, ganhar beijos, carícias é tão bom! Mas eu descobri que as férias dele vão até dia 26/06. Ele vai ficar menor de um mês aqui comigo...ai entra a ambivalência.
   Eu estou curtindo ele o máximo que eu consigo, mas ao mesmo tempo tenho que me preparar para a ida dele. E enquanto eu faço a contagem para as minhas aulas acabarem - e fico feliz por isso -, eu quero que o tempo pare para estar com ele.
   E existe coisa melhor do que sair com ele no domingo, ficar com cheiro dele em mim e ficar a aula inteira lembrando e sonhando? Eu amo isso. Agora eu estou aqui, na aula, ouvindo a professora falar sobre a importância do brincar de faz de conta para uma criança, mas só consigo pensar nele - acho que estou apaixonada.
   Aqui eu posso concluir novamente, como eu havia concluído com um amigo meu, se as minhas fantasias e sonhos não existissem, eu não seria eu. Percebi que se eu pudesse, viveria nesse mundo de fantasias, sonhando e amando. Mas, infelizmente, a realidade existe e é ai que eu tenho que me tocar que semana que vem eu tenho prova, que eu tenho que fazer dois trabalhos que estão atrasados, e eu ainda tenho curso esse final de semana.
   Mudando de assunto, eu comecei a ler o quinto livro que a escritora Paula Pimenta publicou - Fazendo Meu Filme 4. Um livro de 603 páginas, com capítulos curtos. Nesse livro a personagem principal vai intercalando os capítulos, um com a situação atual dela e outro com o que ocorre durante os cinco anos da faculdade de Cinema. Infelizmente não posso falar muito sobre, estou sem tempo para ler. Mas depois eu faço um post só para o livro.
   Boa semana para vocês...quinta-feira é feriado xD~!