terça-feira, 31 de dezembro de 2013

Ano Novo

Hoje, fiquei com vontade de compartilhar com vocês um texto que eu vi e adorei de Ano Novo.


Feliz Livro Novo
Quando 2013 começou, ele era todo seu. Foi colocado em suas mãos...
Você podia fazer dele o que quisesse...
Era como um Livro em branco, e nele você podia colocar um
poema, um pesadelo, uma blasfêmia, uma oração. Podia...
Hoje não pode mais; já não é seu.
É um livro já escrito... Concluído.
Como um livro que tivesse sido escrito por você,
ele um dia lhe será lido,
com todos os detalhes, e você não poderá corrigi-lo.
Estará fora de seu alcance.
Portanto, antes que 2013 termine, reflita, tome seu velho livro e o
folheie com cuidado. Deixe passar cada uma das páginas pelas
mãos e pela consciência; faça o exercício de ler a você mesmo.
Leia tudo...
Aprecie aquelas páginas de sua vida em que você usou seu melhor estilo.
Leia também as páginas que gostaria de nunca ter escrito. Não,
não tente arrancá-las. Seria inútil. Já estão escritas.
Mas você pode lê-las enquanto escreve o novo livro que lhe será
entregue. Assim, poderá repetir as boas coisas que escreveu, e
evitar repetir as ruins.
Para escrever o seu novo livro, você contará novamente com o
instrumento do livre arbítrio, e terá, para preencher, toda a imensa
superfície do seu mundo.
Se tiver vontade de beijar seu velho livro, beije-o. Se tiver vontade
de chorar, chore sobre ele e, a seguir, coloque-o nos mãos do
Criador. Não importa como esteja...
Não importa que tenha páginas negras, entregue e diga apenas
duas palavras: Obrigado e Perdão!!! Nesse
momento se perdoe também.
E, quando 2014 chegar, lhe será entregue outro livro, novo, limpo,
branco, todo seu, no qual você irá escrever o que desejar... use-o
com muito amor.
FELIZ LIVRO NOVO!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

       Aquele momento que você percebe que gasta muita energia desnecessária, com pessoas que não valem a pena!


sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Filme Em Chamas

      Eu comecei a perceber que as maiores visualizações desse blog, são os posts que eu faço sobre filmes que acabaram de ser lançados ou livros. Então, hoje eu resolvi escrever sobre o filme Em Chamas, isso mesmo, o segundo filme da trilogia Jogos Vorazes da autora Suzanne Collins.
     Para quem ainda não assistiu o primeiro filme, recomendo que assista. Além do filme, eu também cheguei a ler os livros e minha monografia da faculdade acabou tendo como temática essa trilogia.
    Em Chamas, foi o livro que eu mais gostei da série. É aquele que tem mais ação e certa vingança contra um sistema e poderes tão opressores, se tornando uma narrativa envolvente e muito dinâmica. Acredito eu que esse deva ser o filme mais esperado da trilogia, pois o terceiro livro a narrativa fica um pouco diferente e mais melancólica e parada.
    Passando para as minhas impressões, o filme é lindo, principalmente em termos de roupa, cores, decoração, trilha sonora e paisagens. Pelo que eu lembro do livro, a história do filme foi muito fiel e chegou até a explicar, em alguns momentos, mais coisas do que o próprio livro. Apenas o final, eu acho que deveria ter acabado um pouco antes, pois a última cena já remete ao começo do terceiro livro.  
     Bom, antes de passar para a história do filme, eu queria colocar Ficha Técnica, para vocês darem uma olhada:
  • Roteiro: Simon Beaufoy, Michael Debruyn 
  • Direção: Francis Lawrence
  • Produção: Nina Jacobson e Jon Kilik
  • Produção Executiva: Suzanne Collins e Louise Rosner.
  • Elenco (optei colocar apenas alguns):  
    1. Jennifer Lawrence interpretando a personagem principal, Katniss Everdeen.
    2. Josh Hutcherson interpretando o outro tributo do distrito 12 Peeta Melark.
    3. Liam Hemsworth como o personagem Gale Hawthorne.
    4. Woody Harrelson como o personagem Haymitch.
    5. Elizabeth Banks fazendo o papel da apresentadora Effie Trinket.
    6. Lenny Kravitz como o estilista dos tributos do Distrio 12, Cinna
    7. Sam Claflin como um dos tributos Finnick odair
    8. Jena Malone fazendo o papel de outro tributo, Johanna Mason.
    9. Philip Seymour Hoffman interpretando o idealizador dos Jogos, Plutarch Heavensbee.

Katniss Everdeen                               Peeta Melark


     A partir desse ponto do post, vocês provavelmente terão alguns spoilers. Prometo tentar não falar muita coisa, apenas o necessário para explicar o contexto do filme.
     O filme foi lançado no feriado do dia 15 de Novembro deste ano. A história é sobre a volta de Katniss Everdeen e Peeta Melark para o seu Distrito após terem vencido os Jogos Vorazes. Mas, essa volta é um pouco conturbada e Katniss é constantemente ameaça pelo presidente Snow, tendo de tomar certas decisões para que sua família não sofra as consequências de seus atos.
     Os Distritos começam a receber mais e mais leis, regras e opressões por ordens da Capital e, para tentar não deixar que as coisas saiam do controle, o presidente anuncia quais serão os tributos que irão, novamente, para a arena com o objetivo de comemorar o 74° Massacre Quaternário. 
      E como vocês devem imaginar, o filme vai se passa no Distrito 12, na Capital e na nova arena que eles constroem. E ai, quais serão os critérios que eles usam para escolher os tributos para a nova arena? O que acontece com Katniss, Peeta e sua família? Essas são algumas de muitas questões que vocês se questionarão durante o filme.


Questões

       Por que nós, seres humanos, estamos sempre em busca de amor e reconhecimento? Por que queremos sempre nos auto afirmar, mostrar nossa identidade e desejar que o outro nos aplauda por isso? E por que existe tamanho sofrimento e decepção quando não conseguimos satisfazer essas necessidades psíquicas?
      Como pode apenas uma palavra qualquer, ser dita por uma pessoa especifica, em um dado momento conseguir ser encaixada com significantes que para você tem certo valor negativo, e estragar o resto do seu dia? Te tirar toda a vontade de fazer o que você estava com vontade de fazer?
       Enfim, estão ai algumas questões que constantemente passam pela minha cabeça. E por mais dolorosas que elas sejam em alguns momentos, são essenciais para que eu consiga me mover e continuar seguindo em frente. É isso que torna o ser humano tão fascinante pra mim, essa insatisfação, esse querer sempre mais e buscar mais.


        

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

Luto

     Eu fiquei pensando bastante esses dias sobre luto. Primeiro, por que eu vi uma foto no perfil de uma pessoa do meu facebook, com a palavra LUTO escrita. Segundo, que nesse meio tempo, acabei tendo de abrir mão de uma amizade, que se fosse por mim, sobreviveria o resto da minha vida.
      Pois é, me sinto em luto. Minha primeira reação foi o choro. Fiquei triste, entendi os motivos da pessoa, mas é inevitável não ficar triste com alguma perda, ainda mais de alguém especial. Depois, eu comecei a ficar com raiva, por que sentir raiva, é muito mais fácil do que a tristeza.
     No dia seguinte, eu quis ficar na fossa. Escutei todas as músicas que me faziam lembrar da pessoa, imagens e fiquei relembrando/remoendo fatos, memórias e lembranças, sentindo pena de mim mesma. Comecei a tentar achar apoio emocional em amigos, mas ainda continuava desanimada.
      Alguns dias depois, eu resolvi começar a deixar a pessoa ir embora. Entrei em um site que havíamos criado juntos e tirei seu nome de lá. Comecei a colocar tudo em primeira pessoa, e tentar mostrar para mim mesmo que ele não pertencia mais aquele lugar. Isso não foi tão fácil, ler coisas que eu escrevi em sua homenagem e com carinho, eu li e reli, para depois excluir.
       Agora, o meu objetivo é manter o site, aumentar ele cada vez mais e encher de conteúdos com escritas e motivações pessoais. Fantasio que um dia ele volte a visitar o site e veja que eu deixei ele ir, mas que nunca quis abandoná-lo por completo, nunca quis deixar o site morrer e encher de poeira. Quero que ele entre no site, e veja como eu cresci, como eu continuei minha vida sem ele e que eu estou bem e feliz.
     Desejo, do fundo do meu coração, que um dia, ele possa ler esse texto. E que ele entenda, que eu escrevi tudo isso, para apenas dizer: eu te entendo e me importo com você, se eu pudesse, continuaria sendo egoísta e te prenderia ao meu lado, mas não posso fazer isso...sei que você deve crescer sozinho, sem mim...só espero que você seja feliz.
      Sinto sua falta.


sexta-feira, 11 de outubro de 2013

           Aquele momento em que a sua vontade é desistir de ter amigos virtuais. 


quarta-feira, 25 de setembro de 2013

Frase do dia




"Não se pode ensinar alguma coisa a um homem; apenas ajudá-lo a encontrá-la dentro de si mesmo" – Galileu.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Regressão

  Eu sei...eu sei Rod que eu te prometi internamente ser a melhor sempre, que eu iria conseguir erguer a cabeça e seguir em frente. Não foi isso que você tentou me ensinar? Acreditar mais em mim, confiar no meu taco, ser feliz. Desculpa...hoje eu te decepcionei, hoje eu regredi. Me senti um lixo.
    Por que você não me sequestrou e me tirou desse inferno enquanto podia? Agora você se amarrou em alguém e eu te invejo.

domingo, 14 de julho de 2013

My Dead End

    


Death Note:

    Dia 10/07/2013 às 15:10, Ângela Suzana Rodrigues Guimarães irá apresentar sua monografia e será apenas criticada pela banca, e não receberá nenhum elogio, recebendo recomendações sobre o trabalho escrito, para melhorar sua nota. Seus amigos e namorado a apoiarão, afirmando que a sua apresentação foi boa. Em casa, com seu namorado, chorará no seu abraço reconfortante e gastará todo seu dinheiro no shopping comprando filmes e livros.
   No dia 11/07/2013 contará para sua mãe sobre as críticas da sua monografia e a deixará com um "peso nas costas" por achar que deve resolver os erros da monografia e entregar no dia 25/07/2013.
   Dia 14/07/2013 às  21h, sua mãe discutirá sobre as angústias que sente e "jogará na sua cara" que desde pequena Ângela não sabe escrever, é preguiçosa, sempre tenta tomar o caminho mais rápido das situações e que deveria, no futuro, investir na área da escrita e do português. Sua mãe a magoará profundamente, deixando-a com sensação de abandono e sem apoio.
    Ângela, muito magoada e se sentindo incapaz e burra, começará a pensar em diversas formas de suicídio, desde ingerir veneno até dirigir loucamente pela cidade e jogar seu carro no Lago Paranoá, resultando na sua morte por afogamento. Desistirá dessa ideia e entrará em estado de catatonia a partir do dia 15/07/2013 às 10h, expulsando todos os sentimentos possíveis já existentes da sua essência. 
   Escutará todos os tipos de música que tiver vontade até estourar os tímpanos e ficará incomunicável à qualquer ser humano existente na face da Terra, até o dia em que quiser reaver a sua humanidade. 
    Data da Morte Biológica: Não Definida.
     

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Frase do dia

Eu estava lendo um texto sobre Mitodrama para o meu curso de sábado e me deparei 
com uma frase que fez todo o sentido, pelo menos para mim. Vou compartilhar com vocês:



"Inferno não é um lugar, é um sentimento de nao se ter lugar onde se está, e ser obrigado a viver vida alheia; é o nome de uma situação liminar, em que já não sou quem eu fui e ainda não me tornei quem eu serei. Na liminaridade, já perdi o mundo em que vivi e ainda nao ganhei o mundo em que viverei" (p.29).

Livro: A História da Construção do Mitodrama
Autor: Corintha Maciel

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Divã

   

    Hoje eu tive uma experiência nova e interessante, atendi um cliente que deitou no divã. Durante a sessão, fiquei com uma sensação estranha, como se eu tivesse que fazer movimentos, ou barulhos sutis, para o cliente saber que eu ainda estava li, escutando ele e entendendo as suas questões.
      Ainda senti a necessidade de olhar mais para o rosto do cliente, sensação de que eu não entenderia o que ele estava querendo transmitir, se não tivesse o contato face a face. O que ao final da sessão se tornou apenas um mito, consegui entender plenamente. 
      Pude observar de forma clara, o surgimento de temas novos que não haviam surgido nas sessões anteriores. Ou seja, ele trouxe muitas associações livres, muito mais se estivesse olhando as minhas reações frente as suas angústias e questões.
     Como imaginado, ao final, ele disse que de certa forma foi estranho não ver as minhas reações, não saber se eu estava gostando ou não do que ele estava falando. Mas, concluiu dizendo que a sensação é de falar consigo mesmo, um diálogo interno.
     Aqui, eu fiquei satisfeita, consegui ser o que um Psicólogo deve ser, um lugar, apenas um lugar, onde o sujeito possa falar do que gera sofrimento, das dores, das mudanças, alegrias, tristezas, conquistas. Enfim, um lugar vazio, que ressoa o que o sujeito fala, mas não escuta.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

    Um dia ela me perguntou qual comportamento dela, que me deixava com mais raiva. E hoje, eu sei responder claramente, já que ela fez isso: o que me dá mais raiva nela, é o fato de ela não parar para escutar o que o outro tem para dizer. Ela já eleva a voz se defendendo e querendo mostrar que está certa, e não deixa o outro dar a sua opinião ou exprimir o que sente.


quarta-feira, 1 de maio de 2013

         Sabe qual é a parte boa do final do dia? Poder ficar sozinha apenas com os meus pensamentos.


sexta-feira, 26 de abril de 2013

Como faz?

     
    E quando a sua cabeça está tão cheia de pensamentos, que a única coisa que você vê, são emaranhados de ondas sonoras, gritantes, cinzas, pretas e cores fortes? E a sua vontade é de ter um espaço onde você fale, fale, fale e que você seja apenas ouvido, mas sem escutar o seu eco? Só descarregar a energia e as ondas, para alguém que não seja nada mais do que um desconhecido, sem carga emocional envolvida, sem contratransferência, sem cobranças, sem necessidade de ter de agradar ou ter de seguir seus passos.
    Sabe o que eu queria? Um fio que eu pudesse conectar a minha cabeça, que fosse plugado em algum tipo de maquina, que codificasse os meus pensamentos e os transformasse em imagens, símbolos, e como quer que seja a minha forma de pensar, e que eu simplesmente, não precisasse falar nada, que naquela máquina ficasse registrado tudo o que eu to pensando, sem ter que raciocinar, sintetizar, para escrever - igual eu estou tendo que fazer agora.
    E depois eu pudesse ver tudo nessa máquina, e conseguir ir organizando os meus pensamentos e entendendo o que estava se passando na hora e o que eu senti com aquele pensamento. Será que ia ser mais fácil?
     

segunda-feira, 25 de março de 2013

Histórias

    

    Olhando foto de diversas pessoas, de fases diferentes, em lugares e contextos diferentes, me fazem sentir uma coisa única. Ainda não consegui nomear esse sentimento, mas sinto de certa forma inveja por não ter vivido determinadas coisas, consigo sentir a alegria dos momentos que as pessoas viveram (obs: as pessoas só postam fotos felizes nos sites de relacionamento, então eu não conseguiria, mesmo se eu quisesse, captar dores e sofrimento).
       Queria dar um nome para essa sensação, essa minha vontade de viver várias histórias, de sentir várias coisas, como se eu estivesse na pele de várias pessoas. Creio eu, que devido a esse meu desejo, eu leio livros para viver histórias diferentes, talvez até a minha profissão eu tenha escolhido para conseguir captar a vida, a história, os sentimentos, as essências que as pessoas conseguem transmitir para mim através da fala.
     Vocês já sentiram isso? Olhar para as fotos das pessoas e ver que cada um viveu/vivi uma história diferente, vão para lugares diferentes e convivem com pessoas que você nunca viu na vida. E dessas pessoas, quantas já não estiveram na sua vida e foram embora, e quantas ainda vão aparecer?
       É um sentimento avassalador, me dá vontade de viver tudo intensamente, até os mínimos detalhes. Deve ser por isso que eu pego um fato, uma lembrança, e fico revirando-a na minha mente, tentando sentir tudo de novo, mesmo sabendo que nada vai ser igual, nenhuma lembrança vai ser como no aqui e agora, como foi naquele exato instante em que aconteceu.
       E foi o que eu disse para ele ontem: nenhuma foto vai conseguir captar o que realmente aconteceu  de fato naquele momento, por melhor que seja a câmera, por mais bem treinada e profissional seja a pessoa que tirou a foto, porque o que eu senti naquele momento, depois de alguns minutos, já passou, já foi embora, e só ficaram os resquícios na minha memória. Acho que a foto, para mim, é isso...um objeto que me dá o gatilho para lembrar das sensações que foram vividas, como são as texturas, os cheiros e as músicas.
      E para você, quais são os gatilhos que te fazem lembrar do que já passou?

sábado, 16 de março de 2013

Energia

      Estive percebendo como estou cansada essas semanas e hoje eu me toquei que pode ser uma coisa, energia. Vocês acreditam que podemos sentir a energia dos lugares e que são emanados das pessoas?      
       Entraram pessoas novas na minha vida que mudaram o meu ritmo e eu percebi que isso tá pesando, é como se a minha energia estivesse sendo sugada por um buraco negro sem fim e por mais que eu durma, é como se não fosse o suficiente. E o que para mim era prazeroso, começou a ficar cansativo e demandando muito. Estou vivendo um dos piores meses e é tudo no campo do abstrato, do sentir, da pressão, do estresse, de pessoas querendo sempre tirar vantagem.
       E foi quando eu disse para ele, e ele respondeu: então está na hora de cortar as relações. Concordo, por mais que tenham entrado cedo, acho que terão que sair mais cedo ainda da minha vida. Mas, eu me deparei com uma questão. Estou em um projeto que será realizado *finalmente* na semana que vem, e eu não posso deixá-los na mão, porque isso iria contra os meus princípios. 
           Então resolvi ser forte até a semana que vem, fazer o que eu me submeti a fazer no projeto, e depois que ele estiver acabado, não me comprometerei com mais nada e me afastarei. Não posso deixar de investir a minha energia no meu último semestre de faculdade, porque no momento a minha profissão é uma das coisas mais importantes para mim. 
     Obrigada amigos, que estão sempre do meu lado me apoiando, escutando e tentando me fazer enxergar o que eu não consigo. Tentarei fazer o máximo para estar lá quando vocês precisarem de mim.


      

sexta-feira, 8 de março de 2013

Dia da Mulher

       Eu sei, esse é um tema muito batido hoje...o dia da mulher. No facebook, o que você mais vê são frases amorosas e bonitas a respeito de como as mulheres são preciosas e necessárias. Ok, ai eu parei para pensar: quantas pessoas falam e fazem essas declarações lindas apenas no dia 08 de Março? E nos outros dias? Não estou reclamando, porque eu adoro quando falam: feliz dia da mulher.
     Mas, eu também vi uma frase que muitas pessoas publicaram no face, que me fez pensar a respeito. "Não dê flores e nem chocolate, dê respeito". Concordo...mulher ou homem, todos nós devemos respeitar o outro, mas cá entre nós...quem não quer ganhar alguma coisa como símbolo de afeto? Ah, como eu gostaria de receber uma rosa hoje.
     Sendo batido esse tema, que fique claro que eu quis escrever, porque um amigo meu disse que eu já estava a 03 semanas sem escrever um post. Fiquei feliz de saber que ele gosta de ver como eu vejo o mundo e a forma como as palavras saem dos meus dedos, batem nas teclas do meu netbook e são fixadas nesse mundo virtual.
     E essas frases que foram pronunciadas por ele, foram os presentes mais preciosos que eu ganhei hoje. As frases de outras pessoas que eu ganhei, também foram lindas e eu adorei, mas essas são exatamente os tipos de palavras que eu gosto de ouvir das pessoas *vai gostar de elogios assim lá na China*.
     Enfim, uma mensagem para esse amigo: tentarei escrever mais posts. Eu tenho idéias, mas estou sem tempo. Eu sai do estágio, mas é como se o meu tempo tivesse ficado mais curto, porque mais trabalho foi batendo na minha porta. Isso me deixa muito feliz, mas é ruim porque acabo tendo que abrir mão do blog e de outras coisas.
     E para fechar o meu post, eu gostaria de dedicar uma frase à todos vocês, tanto mulheres como homens:

     Feliz Dia dos Seres Humanos, porque todos os dias deveriam ser comemorados por estarmos vivos.



domingo, 17 de fevereiro de 2013

Noite

     Incrível como um momento de uns 10 a 20 minutos na vida real, na minha cabeça, durou uma eternidade de angústia e sofrimento. Talvez alguém tivesse reparado nesse momento, ou não, estavam todos entretidos com algo, menos eu. E é por isso que para mim durou muito mais tempo, uma sensação agonizante sem fim...sentimentos como exclusão e rejeição foram os que sobressaíram nessa experiência de hoje.
     Eu, sentada em uma cadeira de plástico branca, apoiando meus braços em cima da minha bolsa por não ter espaço suficiente, virada de lado para uma barraca de cachorro quente, acompanhada de seis pessoas além de mim mesma, três na minha frente, duas do meu lado esquerdo e uma do meu lado direito.
    Estava um silencio ensurdecedor, que nem mesmo o barulho dos cochichos das outras mesas ou o barulho da chapa sendo esquentada para fazer o próximo sanduíche puderam disfarçar. Uma pessoa da minha mesa começa a falar com o da outra ponta, fazendo com que a minha atenção fosse chamada para aquele assunto - league of legends - um tema não muito propício para unir todos da mesa.
    Olho para o meu lado esquerdo, e vejo outra pessoa mastigando um copo de plástico sem a menor preocupação com o que estava em volta. Na minha frente se encontra uma pessoa olhando para o nada e, pelo jeito, refletindo a respeito de algo que eu nunca saberei o que era. 
     As outras duas pessoas sentadas à minha frente, cochichando entre si e olhando no celular, ignorando todo o resto das cinco pessoas que se espremeram em duas mesas.
    Isso mesmo, espremeram. Era como eu me sentia, espremida, pequena, encolhida, sufocada, como se aquele fosse o último ambiente que eu deveria ter escolhido estar. E para completar, o sono me abatia, não me fazia pensar em nenhuma alternativa para sair daquela situação desagradável.
   Eu tentei puxar papo, mas nenhum rendeu o suficiente para ser mantido na mesa toda. As duas pessoas sentadas na minha frente me ignoraram o resto dos minutos, acho que isso foi o que mais me incomodou. Eram pessoas novas, que eu nunca havia visto antes, eu queria fazer com que a minha primeira impressão fosse boa para elas, mas acho que elas nem ligaram. 
     E os minutos passavam, e eu agonizava em pensamentos, querendo que alguém falasse: "vamos embora?". Como isso demorou acontecer, eu tive que apelar para o meu celular. Mandei mensagem para uma pessoa fora daquele universo e pedi para que ela me resgatasse. Por sorte, ela ouviu o meu chamado, trocamos algumas mensagens, o que foi útil para disfarçar o meu descontentamento - provavelmente bem evidente na minha face.
      Depois de algumas feridas abertas, alguém disse, o meu salvador, o que lidera o bando fez com que todos levantassem e seguissem para os seus carros. Tentaram me fazer ficar, sair para outro lugar com eles, mas eu consegui me esquivar com a ajuda de outra pessoa.
    Entrando no carro, eu tive que dirigir com os vidros abertos, para que as minhas narinas captassem o ar que faltavam nos meus pulmões. E cá estou, angustiada, porém inteira.

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

HQ Morning Glories - Nick Spencer

   Eu não sei se eu poderia fazer isso, mas acabei roubando um pouco (isso acontecerá mais uma vez além dessa) no desafio literário. Eu não estava achando nenhum livro com o meu nome/apelido sendo o nome de um personagem literário.
   E foi quando eu comecei a ler o primeiro volume do HQ chamado Morning Glories que me deparei com um personagem citando o nome Angela. E foi ai que eu tive a ideia de roubar e colocar esse, como sendo a quarta leitura do desafio literário. 
    Desde que eu me conheço por gente, eu comecei a ler mangás, gostei e acho que me acostumei com as páginas em preto e branco. E acabei ficando surpresa por também ter gostado de ler HQ.
    Sempre fiquei com receio de não curtir ler esse tipo de história em quadrinho, por ter muitas cores e diálogos, mas você acaba acostumando, como também acostuma ler de trás para frente os mangás.
     O HQ Morning Glories criado nos Estados Unidos, pelo roteirista Nick Spencer, conta a história de personagens que moram em cidades diferentes, e que são chamados para estudarem em um internato muito bem conceituado na área de ciências.
  Já no primeiro dia de aula, os novos alunos são apresentados uns para os outros e acabam descobrindo uma coincidência, todos fazem aniversário exatamente no mesmo dia. Ao longo da narrativa, eles vão começando a entender que eles não foram chamados para naquele mesmo lugar por mero acaso e que dentro dessa escola, existem muitos segredos que serão relevados.
   Eles passaram por muitas situações perigosas envolvendo a sua sobrevivência e dos seus familiares, em um ambiente que no começa parece amistoso, mas depois começa a se mostrar macabro e estranho.
   Como eu só li o primeiro volume - nem sei se já tem mais algum volume - não posso dizer muito sobre a história. Mas, posso dizer que a história me surpreendeu e espero poder conhecer cada vez mais a força  - física e intelectual - de cada personagem, e entender porque diabos eles foram escolhidos para participar de  uma experiência dentro daquele internato.  
  1. Ler um livro que você ganhou, não gostou muito e ficou na prateleira. 
  2. Pedir uma indicação de livro para um amigo. Se você não tiver o livro, NÃO VALE COMPRAR, peça emprestado.
  3. Ler um livro com um doce na capa.
  4. Ler um livro com um casal apaixonado na capa.
  5. Ler um livro que o autor tenha a mesma inicial que a sua.
  6. Peça para alguém olhar na sua estante e escolher um livro a muito esquecido.
  7. Ler um livro que é citado em outro livro => O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë.
  8. Ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento => Juízo Final - Sidney Sheldon.
  9. Ler um livro cujo título tenha mais de 5 palavras.
  10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
  11. Ler um livro nacional.
  12. Ler um livro que você ganhou de presente de aniversário.
  13. Ler um livro com a capa entre bege e marrom.
  14. Ler um livro de zumbis.
  15. Ler um livro com a capa feia.
  16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!
  17. Ler um livro que tenha um personagem com o seu nome ou que tenha o mesmo apelido que você => Morning Glories - Nick Spencer.
  18. Ler um livro com a capa com letras amarelas => Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins.

quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013

O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë

 
    O terceiro livro que eu li para o desafio literário foi o Morro dos Ventos Uivantes de Emily Brontë. E ontem eu descobri que li uma versão adaptada (vide imagem), pois ele tinha menos páginas do que o original. Agora estou na dúvida se devo comprar, posteriormente, a versão original para ler.
  O livro tem uma história bastante dramática e trágica em volta de problemas de relacionamento, primeiramente dentro de uma família e, logo depois, envolvendo uma família de vizinhos.
     A história começa com o pai de uma família que sai de casa cedo e volta tarde, levando um menino que ele achou na rua, todo sujo e mal cuidado. A família não quer aceitar criar esse menino, mas o pai os obriga.  Esse menino, chamado Heathcliff, começa a ser odiado e maltratado por toda a família, menos pela filha do casal.
     Um dia, Heathcliff e sua irmã vão até a casa dos vizinhos e acabam fazendo bagunça, o que gera repreensão para Heathcliff e estadia para sua irmã. Ela volta um dia para casa, totalmente mudada e mais madura, depois de ter ficado um tempo aos cuidados de seus vizinhos.
       E assim, a história vai sendo desenvolvida e você se depara com o romance entre Heathcliff e sua irmã, que não consegue ser consumado, já que ela acaba casando com o filho do vizinho. Por um tempo, Heathcliff some do Morro dos Ventos Uivantes, mas quando volta, ele consegue pegar a casa do seu "pai" para si mesmo e faz o que bem entende com ela.
       Ao longo da narrativa, existem brigas, vinganças e revanches de Heathcliff. Ele acaba se envolvendo em um romance com a cunhada de sua irmã para gerar conflitos com a nova família e a engravida. As suas últimas façanhas envolvem seu filho e a filha de sua querida irmã, que acabou não conseguindo se tornar sua mulher.
       Eu adoro o tipo de livro que envolvem relacionamento entre as pessoas de forma mais profunda, porém, fiquei um pouco assustada quando eu li. Acho que no final das contas, eu também quero ver alegrias e não apenas perdas e tragédias. Se bem que existem algumas coisas boas e acontecimentos interessantes, como por exemplo, o nascimento de diversas crianças. Mas, acho que as tragédias acabaram sobrepondo esses acontecimentos.
        Talvez o objetivo do autor fosse realmente mostrar o lado negro das pessoas de uma forma mais enfatizaram, a vingança, a paixão obsessiva, as angústias, perdas, frustrações, enfim, as coisas sombrias que envolvem as nossas vidas.    
  1. Ler um livro que você ganhou, não gostou muito e ficou na prateleira. 
  2. Pedir uma indicação de livro para um amigo. Se você não tiver o livro, NÃO VALE COMPRAR, peça emprestado.
  3. Ler um livro com um doce na capa.
  4. Ler um livro com um casal apaixonado na capa.
  5. Ler um livro que o autor tenha a mesma inicial que a sua.
  6. Peça para alguém olhar na sua estante e escolher um livro a muito esquecido.
  7. Ler um livro que é citado em outro livro => O Morro dos Ventos Uivantes - Emily Brontë.
  8. Ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento => Juízo Final - Sidney Sheldon.
  9. Ler um livro cujo título tenha mais de 5 palavras.
  10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
  11. Ler um livro nacional.
  12. Ler um livro que você ganhou de presente de aniversário.
  13. Ler um livro com a capa entre bege e marrom.
  14. Ler um livro de zumbis.
  15. Ler um livro com a capa feia.
  16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!
  17. Ler um livro que tenha um personagem com o seu nome ou que tenha o mesmo apelido que você.
  18. Ler um livro com a capa com letras amarelas => Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins.

domingo, 3 de fevereiro de 2013

1 ano de blog

     Eu estava relendo os primeiros posts que eu fiz no blog e me deparei com o fato de que já faz mais de 1 ano que eu estou escrevendo nele. E adivinhem só? No meu primeiro post, eu falei que não conseguia manter um blog durante muito tempo...estou feliz comigo mesma, por ter conseguido manter.
     E eu fiquei pensando, será que tem algum tema que vocês gostam de ler mais aqui? Será que tem alguém que eu não conheço que lê o meu blog? 


     

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Juízo Final - Sidney Sheldon

         O segundo livro que eu resolvi ler, do desafio literário de 2013 é o Juízo Final de Sidney Sheldon, publicado no ano em que eu nasci, 1991.
    Sempre que eu olhava para o título desse livro, eu pensava: "com esse nome, deve ser um livro com tema existencialista". Errei, e errei feio. O livro é divido em duas partes, uma chamada O Caçador e outra chamada O caçado. A história trata de um capitão chamado Robert Bellamy, que trabalha com missões secretas para o governo americano.
    A maior parte da narrativa, gira em torno da última missão do capitão, onde ele deve descobrir quem são os passageiros que participaram de uma excursão de ônibus, que presenciaram a queda de um balão meteriológico.
    Durante a sua jornada, ele percebe que não recebeu informações o suficientes dos seus superiores a respeito do que ele começaria a enxergar - criaturas de outros planetas e discos voadores. Além dessa parte sobrenatural que o autor mostrou se empenhar tanto em estudar, ele coloca algumas cenas das lembranças de Robert, das suas experiências com a sua ex esposa, chamada Susan e de algumas outras missões que ele participou na vida.
    O final do livro me surpreendeu. Pessoas que eu achavam que eram as más eram as boas, e vice-versa. Adoro esse tipo de reviravolta nas histórias, me fazem ter sensações muito diferentes e opostas pelo mesmo personagem.
   Quando eu terminei de ler o livro, me peguei pensando nos alienígenas. Lembro de uma época em que tiveram muitas pessoas postando na internet foto de discos voadores e coisas relacionadas com vidas em outros planetas. E fiquei muito pensativa quando eu li a nota do autor, ao final da história. Tantos fatos que ele relatou, no mundo inteiro, a respeito de pessoas e estudiosos que viram objetos não identificados, voando no céu.
   Eu acredito que em um universo tão imenso como nós o conhecemos, devem existir outras vidas além das nossas. Eu não sei se gostaria de conhecer nenhuma, acho que ficaria com medo e assustada com o que poderiam fazer comigo, mas eu acredito que existem.
   Assim, li o segundo livro da minha lista do desafio literio. A edição que eu li, é a que está na imagem acima, uma edição meio antiga não?
  1. Ler um livro que você ganhou, não gostou muito e ficou na prateleira. 
  2. Pedir uma indicação de livro para um amigo. Se você não tiver o livro, NÃO VALE COMPRAR, peça emprestado.
  3. Ler um livro com um doce na capa.
  4. Ler um livro com um casal apaixonado na capa.
  5. Ler um livro que o autor tenha a mesma inicial que a sua.
  6. Peça para alguém olhar na sua estante e escolher um livro a muito esquecido.
  7. Ler um livro que é citado em ouro livro. 
  8. Ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento => Juízo Final - Sidney Sheldon.
  9. Ler um livro cujo título tenha mais de 5 palavras.
  10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
  11. Ler um livro nacional.
  12. Ler um livro que você ganhou de presente de aniversário.
  13. Ler um livro com a capa entre bege e marrom.
  14. Ler um livro de zumbis.
  15. Ler um livro com a capa feia.
  16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!
  17. Ler um livro que tenha um personagem com o seu nome ou que tenha o mesmo apelido que você.
  18. Ler um livro com a capa com letras amarelas => Anna e o Beijo Francês -Stephanie Perkins.

domingo, 27 de janeiro de 2013

João e Maria: Caçadores de Bruxas

  
  Ontem eu fui ao cinema, e assisti um filme que está em cartaz  -  João e Maria: Caçadores de Bruxas. Eu gostei tanto do filme, que sai falando para o meu namorado: vamos fazer cosplay dos personagens, você será o João e eu a Maria, a diferença é que não poderemos nos beijar, já que não queremos cometer incesto.
   O filme, como a tradução diz, já nos remete a história dos dois irmãos que entram em uma casa de doces, são presos e obrigados a comer tudo que lhes é oferecido, pela bruxa, para engordarem e depois serem devorados por ela - pelo menos é assim que eu lembro a história.
   E, assim, começa o filme, contando esse pequeno trecho até chegar a parte em que eles se tornam caçadores de bruxas, profissionais. Eu achei muito interessante a forma como produziram a passagem da infância dos protagonistas, para a sua vida adulta - não contarei como é, para não perder a graça.
    Como um ótimo jogo de vendas, o diretor modernizou a história e colocou muitas armas, ação e violência no filme. É cena após cena de ação, porém como a duração é curta, o filme não fica cansativo. E a forma como os atores interpretam os personagens, as poses, as falas, as vestimentas, até as formas que eles pegam nas armas gera certo excitamento. 
    Não é um filme como todos os outros, que tem ação, mortes e romance. Esse filme foca praticamente o desejo de vingança e a vontade de matar, dos protagonista, para eliminar todo o mal que afronta os vilarejos. Acontece uma cena que eu considerei de romance, mas não rende muito roteiro.
     Ao final do filme, o diretor deixou um pouco em aberto. É um final que se vender muito na bilheteria - de acordo com meu namorado - ele farão um segundo filme, mas caso não façam, dá para fechar o filme com apenas um lançamento. 
     Falando em final de filme, eu andei reparando que os produtores estão começando a investir mais na apresentação dos créditos. Quase ninguém tem paciência para ficar olhando aquelas letrinhas brancas subirem naquele fundo preto, por mais que a música de fundo escolhida seja fantástica. Então, eles começaram a colocar cenas extras ao final do filme, enquanto as letras sobem. Outro ponto que eu achei muito legal nesse filme, ao final, eles mostram juntamente com os créditos o design das armas que foram utilizadas pelos personagens - eu não sei muito sobre armas, mas achei fantástico.
     Outro ponto positivo, foram os afeitos 3D. Eu sou uma pessoa muito descrente, porque pagar mais caro para usar aquele óculos gigante na cara, sem ter efeitos 3D é triste. Mas, em João e Maria: Caçadores de Bruxas, eu não me arrependi, você consegue enxergar balas voando, cabeças rolando e sangue jorrando - além de ter conseguido tirar uma foto do meu namorado com cara de marrento e óculos 3D, não teve preço.
    Enfim, para quem gosta de ação, sangue, matança contra criaturas feias (a maquiagem ficou fantástica, diga-se de passagem) e armas, eu recomendo esse filme, com certeza assistirei de novo e será um filme para a colocar na minha prateleira. 
   
    Ficha Técnica:

     Título: João e Maria: Caçadores de Bruxas (Hansel & Gretel: Witch Hunters).
     Duração: 120 minutos.
     Lançamento: 25 de Janeiro de 2013.
     Diretor: Tommy Wirkola
     Local: EUA.
     Gênero: Ação, Aventura, Fantasia.
     Atores: 
     Jeremy Renner - João.
     Gemma Arterton - Maria.
     Famke Janssen - Bruxa Negra.
     Peter Stormare - Xerife.
     

                                                                Trailer do filme:


     
     

      

sábado, 19 de janeiro de 2013

O Último Samurai

       Esses dias eu estava com o meu namorando nas Lojas Americanas, e me deparei com a sessão de dvd`s. Eu nunca fui o tipo de pessoa que compra dvd, mas acabei sedendo para o lado consumista da força e comprei o filme O Último Samurai. Eu já havia assistido o filme, mas eu gostei tanto que assisti mais algumas vezes. Atenção: o post pode ter spoilers, então quem não quiser ler os spoilers, pule apenas para a ficha técnica ao final do post.
   
 
     O filme começa com a história do capitão Nathan Algren que enfrentou muitos indígenas e contava a sua história para o público americano, em troca de alguns dólares para sobreviver. Ficou bem claro a insatisfação que ele sentia com a sua vida, e os remorsos que ele vivia diariamente, por ter participado de tantas batalhas sanguinárias.
     Um dia ele é chamado para treinar soldados japoneses que queriam lutar contra os samurais, e deixar o japão mais moderno, com armas de fogo, em vez de espadas e valores que a muito tempo haviam sido esquecidos.
      Nathan aceitou o trabalho juntamente com mais dois companheiros americanos. Lá, ele conheceu o imperador do Japão e o exército. Começou a treiná-los, mas o conselheiro do Imperador Meiji era muito impaciente e queria que todos seus soldados fossem para a guerra contra os samurais, antes mesmo de estarem preparados.
     E assim, Nathan foi obrigado a levar os soldados japoneses para uma derrota contra os samurais. Chegando lá, todos que estavam despreparados começaram a correr em retirada, deixando apenas o capitão Nathan, lutando sozinho contra os samurais.
      A cena dessa luta, particularmente, é a minha segunda preferida. Essa cena representa a coragem, a determinação e a perseverança que o Nathan tem para sobreviver e vencer na vida. O líder dos samurais, observando o capitão lutar, pede para que não o matem, dessa forma, ele é capturado e levado para a vila dos samurais.

       E aqui começa a parte que eu mais gosto do filme. Mostra a vida na vila dos samurais, seu idioma, seus valores, suas tradições, formas de lutar, de comer, de vestir, de conversar e de se portar. Nathan começa a se apaixonar por aquele lugar, vai conhecendo pouco a pouco, cada vez mais a cultura daquele povo. Volta e meia ele tem conversas com o líder do samurais - Katsumoto - para trocar informações sobre o que cada um conhece que o outro ainda não viu.
     Por fim, Nathan será obrigado a escolher de qual lado ele deverá lutar, dos soldados japoneses com o apoio dos americanos e suas armas de fogo, ou com os japoneses samurais, com as suas técnicas específicas, suas espadas e armaduras estilizadas.
     Depois de assistir esse filme, me diga...qual você escolheria?

      Para quem tem interesse, segue abaixo a ficha técnica do filme:
   
     Título: The Last Samurai - O Último Samurai
     Direção: Edward Zwick
     Lançado em: 2003 (Estados Unidos)
     Duração do Filme: 144 minutos.
     Gênero: Aventura, Ação, Costume, Tradições.
     Personagens/Atores: 

  1. Capitão Nathan Algren - interpretado por Tom Cruise.
  2. Katsumoto (líder dos samurais) - interpretado por Ken Watanabe.
  3. Nobutada (filho do líder dos samurais) - interpretado por Shin Koyamada.
  4. Nakao (irmã do líder dos samurais) - interpretada por Shun Sugata.
  5. Ujio (samurai) - interpretado por Hiroyuki Sanada.
  6. Samurai silencioso (vigia do prisioneiro Nathan Algren) - interpretado por Seizo Fukumoto.
  7. Imperador Meiji - interpretado por Schichinosuke Nakamura.
  8. Omuta (conselheiro do imperador) - interpretado por Masato Harada.
  9. Acompanhante de Omuta - interpretado por Masashi Odate.
  10. Guarda-costas de Omuta - interpretado por John Koyoma.
  11. Zebulon Gant (conhecido de Nathan Algren) - interpretado por Billy Connolly.
  12. Coronel Bagley - interpretado Tony Goldwyn.
  13. Simon Graham (tradutor e fotógrafo) - interpretado por Timothy Spall.
  14. Hasegawa (general) - interpretado por Togo Igawa.
  15. Winchester Rep (apresentador das façanhas de Nathan) - interpretado por William Atherton.

      

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

Responsabilidade

  Eu estava enviando o link do meu blog para um amigo meu, e veio uma questão interessante para se pensar: quanto mais você divulga o seu blog, mas responsabilidade você acaba adquirindo, principalmente se o link é repassado para pessoas que te conhecem.
   Vem aquele sentimento e aquele pensamento de: "meu deus, agora vou ter que tomar cuidado com as palavras que eu vou usar, vou ter que tomar cuidado com o que eu vou falar, porque eu não quero machucar ninguém, não posso falar de tal assunto, porque fulano vai ficar com raiva ou vai parar de gostar de mim".
   Criei esse blog, com o intuito de falar sobre os meus sentimentos, sobre os meus pensamentos, da forma mais livre e leve possível. Já peço desculpas, aqui, se eu escrever alguma coisa que magoe alguém, mas não vou mentir sobre o que eu acho das coisas e das pessoas. 
   Mas, também eu tenho meu próprio senso de limite e meus valores, sempre norteando o que eu publico, como, por exemplo: não sair expondo as pessoas utilizando nomes diretamente, falar de algo de maneira sincera, expor os pensamentos e emoções, sempre me referindo a mim mesma, porque muitas vezes, as outras pessoas pensam e agem de forma diferente da minha. 
   Enfim, eu só quis reforçar o objetivo desse blog, que é um espaço para que eu possa falar de mim, do que eu gosto, do que eu não gosto e de coisas/fatos que acontecem no meu dia a dia, e que eu considero significantes.


quarta-feira, 9 de janeiro de 2013

O que os livros fazem

    

 Eu estou contabilizando, hoje, o terceiro livro que eu li no ano de 2013. Férias é tão bom, porque você tem tanto tempo de sobra, que todos os livros que ficaram empilhados na prateleira, começam a saltar para suas mãos.
     Hoje eu terminei de o ler o livro chamado Anna e o Beijo Francês. Eu confesso que sempre quis lê-lo, por causa da capa, acho que sou muito atraida pela parte visual. E, se a capa tem alguma textura diferente, ai que eu me apaixono mesmo. Meu namorado já deve estar de saco cheio, sempre que entro nas livrarias tenho vontade de passar a mão pelas capas (isso é estranho?).
      Ai, essa semana, eu estava vagando pelo meu email e li um email com o seguinte desafio literário de 2013: "Ler somente livros que tenham sido comprados/ganhados de 2012 para trás. Você não pode ler NADA que tenha ganho ou comprado em 2013". Meus olhos se iluminaram quando eu vi esse desafio, ele caiu como uma luva para mim. Vocês sabem por que não é?
      Porque eu sou uma daquelas pessoas maníacas que compra muitos livros, sem ter tempo para tocar neles, muito menos para ler, mas vai acumulando com aquele pensamento: "um dia eu vou ler". E foi assim, que eu resolvi participar desse desafio. O livro de hoje, eu contei como o primeiro do desafio. Coloquei ele no 18º lugar, como o livro que tem a capa com letras amarelas. 
       Lendo Anna e o Beijo Francês, eu reparei que os livros mexem comigo de uma forma engraçada. Eu acabo transpondo o que eu sinto com os personagens, para a minha própria vida - preciso tomar cuidado com isso. Percebi que fiquei com raiva, ai depois descrente de romances e casamentos (e quase desisti do meu posto de madrinha de casamento de um amigo, que quase me bateu), e depois bateu uma nostalgia. Para completar, eu passei em frente a autoescola que eu fiz as aulas teóricas e práticas, e bateu aquela saudade.
       Eu fiquei tentando entender porque eu senti essas coisas. A história do livro não tem muito a ver com a minha história de vida, mas ai eu me vi lembrando de outro livro com a temática parecida - Fazendo Meu Filme -  e acabei associando com outras coisas que tem relação com a minha vida pessoal, ai sim eu vi lógica. Chega de reflexões sobre hoje...segue abaixo a lista do desafio para quem tiver interesse (fonte: http://www.silencioqueeutolendo.com.br/2013/01/desafio-realmente-desafiante-2013_2.html):         
  1. Ler um livro que você ganhou, não gostou muito e ficou na prateleira. 
  2. Pedir uma indicação de livro para um amigo. Se você não tiver o livro, NÃO VALE COMPRAR, peça emprestado.
  3. Ler um livro com um doce na capa.
  4. Ler um livro com um casal apaixonado na capa.
  5. Ler um livro que o autor tenha a mesma inicial que a sua.
  6. Peça para alguém olhar na sua estante e escolher um livro a muito esquecido.
  7. Ler um livro que é citado em ouro livro. 
  8. Ler um livro que foi lançado no ano do seu nascimento.
  9. Ler um livro cujo título tenha mais de 5 palavras.
  10. Ler um livro que tenha entre 300 e 350 páginas.
  11. Ler um livro nacional.
  12. Ler um livro que você ganhou de presente de aniversário.
  13. Ler um livro com a capa entre bege e marrom.
  14. Ler um livro de zumbis.
  15. Ler um livro com a capa feia.
  16. Re-ler e resenhar um livro que leu a muito tempo e nunca resenhou!
  17. Ler um livro que tenha um personagem com o seu nome ou que tenha o mesmo apelido que você.
  18. Ler um livro com a capa com letras amarelas => Anna e o Beijo Francês - Stephanie Perkins.

sexta-feira, 4 de janeiro de 2013

Horóscopo

     Eu acordei com muito sono hoje. O calor está infernal e eu tive que dormir com a janela aberta, para dar conta de navegar pelo mundo dos sonhos e, mesmo assim, não consigo lembrar o que eu sonhei. 
     Muito sonolenta, pedi para me trazerem para o estágio...eu não estava com a mínima condição de dirigir. E, parada no semáforo, eu recebi um jornal de uma mulher, do dia de hoje. 
      A primeira coisa que eu vi foi a reportagem a respeito do filme Detona Ralph, um filme que mistura vários personagens de games - lembrei do meu namorado, ele que está louco para assistir. Mas, o que eu sempre gosto de olhar, é o horóscopo. Muita gente não acredita, acha que não tem nada a ver e fala que tudo o que escrevem, são frases universais que vão encaixar na vida de qualquer pessoa que ler, independente do signo dela. Mas, mesmo assim, eu gosto de ler, criei o hábito eu acho. 
      Hoje, o horóscopo do signo de Capricórnio se encaixou perfeitamente com o que eu senti alguns dias atrás, uma aflição que eu tenho. Fiquei surpresa por imaginar que talvez isso seja característica desse signo. A frase dizia:
       "Não se sinta sozinho, capricorniano. O mundo pode não entender o que você sente e o que você pensa, mas há alguém neste universo que te irmana".
     Pensando a respeito dessa frase, eu percebi que esse blog, é uma tentativa de expor meus pensamentos e sentimentos, para ver se alguém, em algum lugar do mundo (além de mim e da minha psicologa), consiga entender como é o mundo interior.