quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

Estágio

      Ontem um amigo entrou no MSN e falou: "Li os posts que você publicou...eu tinha parado de ler" e eu pensei: que bom que o meu único leitor fiel de que eu tenho consciência ainda não me abandonou por completo. E o que eu fiquei mais feliz foi quando ele disse: "O mais interessante de tudo é que você consegue expressar tudo isso, a pessoa consegue sentir o que você tá pensando". Eu achava que eu não conseguia me expressar tão bem assim, mas fiquei satisfeita.
       Se eu pudesse, eu tentaria escrever exatamente o que se passa pela minha cabeça em uma hora, ou em um dia inteiro, mas acho que seria impossível. Eu penso em muito coisa ao mesmo tempo, pulo de um assunto para outro e acho que isso é normal, já que todo ser humano é complexo. Talvez eu só tente expressar essa complexidade de alguma forma.
     E hoje...hoje eu estou feliz. Pelo menos nesse exato momento. Amanhã eu vou fazer uma prova para tentar um estágio no Conselho da Justiça Federal. Não acho que eu vá passar na prova, porque a muito tempo que eu não estudo o que vai cair, mas o que me deixou feliz foi outra oportunidade de estágio que surgiu. Enviei meu currículo hoje de tarde e a noite me ligaram me chamando para fazer uma entrevista amanhã. O ruim, é que a entrevista seria no mesmo horário que a prova, mas pediram para eu ligasse depois da prova para ver se dá tempo - sorte, não tive que escolher, posso tentar os dois.
      Sabe o que é engraçado? Sempre que eu conto para todo mundo um fato que talvez possa acontecer comigo - como esse - não dá certo. Parece que quando a gente age com discrição, as coisas acontecem naturalmente. Eu estou com medo de estar toda eufórica contando a novidade para vocês e chegar amanhã não dar tempo de fazer a entrevista, ou então ter que marcar para outro dia - será que pensar dessa forma significa que eu acredito em superstição?
       Mudando totalmente de assunto, o livro O Morro dos Ventos Uivantes chegou ontem para mim. E eu comecei a folhear ele...fiquei bem surpresa. As letras são grandes e o livro é pequeno, eu imaginava exatamente o inverso. Achei que seria um livro grande, com letras pequenas e que a linguagem fosse muito difícil. Quanto a história eu não sei, ainda vou ler...agora que as aulas começaram eu fiquei ainda mais lerda para ler. Como um amigo diz: "Você lê igual uma tartaruga". O que eu posso fazer se eu tenho o meu próprio ritmo? Vou me respeitar e vou ler na velocidade que eu consigo e sinto prazer.

segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Primeiro dia de aula

      Hoje eu cheguei a conclusão de que não importa quantos anos eu esteja indo estudar no mesmo lugar, eu sempre fico ansiosa no primeiro dia. Eu não sei se é por causa das expectativas quanto as matérias, pessoas e professores novos; ou se é porque eu tive que dirigir um carro novo e fiquei com medo de bater/estragar; ou simplesmente por eu ser uma pessoa ansiosa na maior parte do tempo. Só sei que quando eu pisei na escada da faculdade, meu coração parou de ter taquicardia - mas eu tive que voltar e confirmar se o carro estava realmente fechado.
    O ruim desse semestre é que eu terei todas as aulas no terceiro andar...e subir escadas logo de manhã é complicado - exercício físico obrigatório. Falando em exercício físico, eu estou aqui tentando me convencer ir a academia hoje, está um sol de rachar. Voltando a faculdade...hoje eu tive duas aulas: Psicologia Escolar 2 e Terapia Conjugal e Familiar. Acho que essa segunda matéria vai ser muito boa. 
     Eu adoro a primeira semana de aula, porque a tarde eu ainda tenho tempo parar dormir e fazer o que eu quiser...já que os professores só estão apresentando as matérias, a bibliografia e falando como serão as provas - parte tensa dos estudos. Até cinema eu me dei o direito de ir assistir hoje. Vou assistir o filme A Invenção de Hugo Cabret.
    Mudando completamente de assunto, vocês já leram livros que mencionam clássicos que você nunca leu? Então, eu resolvi comprar Lolita e O Morro dos Ventos Uivantes para ler. Depois de todo mundo citar em livros e filmes, eu fiquei curiosa - estou esperando eles chegarem pelo correio. Agora eu comecei a ler a saga Imortais, estou no primeiro livro: "Para sempre" da Alyson Noël. 
     E eu acabei ganhando um livro sem nem pedir, chamado Destino da Ally Condie. Detalhe, a pessoa que me deu disse: "Eu achei esse livro uma porcaria, odiei. Por isso eu estou dando ele para você. É o tipo de livro que ou você ama ou você odeia". Vamos ver depois qual vai ser a minha opinião a respeito, mas sou o tipo de pessoa que gosta muito fácil das coisas.      

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Explosão

      Você tem um amigo que fica toda hora fazendo a mesma pergunta só porque está preocupado com você? Eu sei, é lindo o outro se preocupar com a gente. Mas perguntar milhões de vezes a mesma coisa sabendo que vai ter a mesma resposta (já que não teve tempo de mudar), irrita.
      De certa forma, é uma provocação, ficar no pé da pessoa até ela enxergar o que ela tem que mudar. Isso pode ser um motivador para uns, mas para outros pode ser o inverso. Mas acho que se uma pessoa diz que vai mudar, ou pelo menos vai tentar, já é um começo não? Se ela se moveu para mudar...melhor ainda. Então porque o outro ainda fica insistindo em ficar abordando a mesma pergunta?
     *Respira*...Isso foi uma explosão de energia.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Carnaval

    Eu não sou aquela pessoa que adora/espera o carnaval chegar. Sempre encarei esse evento como sendo dias sem aula para que eu pudesse ficar em casa atoa; sem ter que ficar com a bunda sentada em uma cadeira dura a manhã toda olhando para algum professor - viajando nas fantasias, já que prestar atenção no que um professor fala é complicado para mim. 
    Esse ano (como no ano passado) minha mãe resolveu viajar para Pirenópolis - uma cidade a duas horas de Brasília - para mudar um pouco de ambiente. É uma cidade pequena, histórica, com casas conservadas (a maioria) e com certo padrão no formato, na pintura da porta e das janelas - parecem casas de boneca. Acho que o maior atrativo são as cachoeiras e os locais de acampamento, mas nós ficamos em uma casa que temos lá. Esse é o bom de ter casa em outra cidade, não pagar hospedagem, o ruim é que tem que sempre ir para o mesmo lugar.  
    Fiquei de sábado até hoje de manhã lá. Saí pouco a noite, já que choveu todos os dias, e durante o dia curti a minha família e as lojinhas.O clima de lá é sempre calor o dia inteiro e frio a noite - gosto só da parte do frio. Agora eu estou em Goiânia, aonde arranjei internet para entrar um pouco - esperando a hora de voltar para Brasília. Aqui sempre está calor, pode até estar chovendo, mas não ajuda em nada.
    Agora o Carnaval já acabou e as minhas aulas vão começar segunda-feira. E o Carnaval de vocês, como foi? Beijaram muito na boca? Infelizmente eu não beijei ninguém, que tristeza. Só fiquei lendo romance, o que me dá mais vontade ainda de querer ter um namorado...

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O céu está em todo lugar

       Eu acordei agora, 06:30. Até que fazia muito tempo que eu não acordava cedo assim, e pensar que a partir do dia 27 acordarei todos os dias por volta desse horário, cogito a hipótese de que as férias não deveriam acabar. Além de acordar cedo, eu acordei com fome e com o nariz escorrendo - um saco. Você deve saber como é chato ter que ir ao banheiro a cada 5 minutos por conta do seu nariz.
       Poderia ser pior a minha situação. Ficar com o nariz assim é ruim, agora ter que fazer uma prova com ele nesse estado, seria muito pior, certo? Agora me digam, o que fazer essa hora na internet? Estou adicionando fotos novas no site We Heart It e lendo O céu está em todo lugar.
       Eu comentei com vocês sobre esse livro, é aquele que a letra impressa é azul, a capa dá a impressão de ser dura, mas é bem maleável; a página que indica o número do capítulo tem como fundo um céu; os capítulos são pequenos e durante o livro tem páginas imitando folhas amassadas com mensagens escritas nelas.
      O livro vai falar sobre a história da superação da morte de uma menina, na perspectiva de sua irmã mais nova. Durante a superação do acontecido, ela se apaixona e fica se culpando por conseguir sentir algo além da tristeza profunda. Podemos observar também uma forte perda de identidade após a morte de sua irmã. A personagem principal me parece perdida, a procura de si mesma, ainda não conseguiu descobrir o belo - mas tem homens que perceberam.
       Quando eu comentei para algumas pessoas que estava lendo esse livro, elas me perguntaram: "Que triste esse livro, como você consegue ler?". Mas a morte é a coisa mais certa sobre a vida, e ler um livro de como as pessoas tentam encarar essa realidade me fascina.
        Achei bonitinho um trecho, aonde a personagem principal começa a mostrar algum sentimento positivo, e mesmo assim, esse momento é seguido de culpa (um sentimento que ela sente com frequência). Trecho:
      "...Puxa-me para mais perto dele e alguma coisa começa a inflar dentro de mim, algo que se parece bastante com alegria. Tento ignorar a voz insistente dentro de mim: como você ousa, Lennie? Como você ousa se sentir tão feliz assim tão rápido?".
     As vezes eu me pego pensando: "Como será que eu iria reagir perante a morte de um ente querido?". Não faço a mínima ideia. As mortes que eu presenciei até hoje, não eram de pessoas próximas o suficiente para eu sentir tanta falta. Só espero conseguir viver mais intensamente cada dia, por afinal, eu ainda estou viva.

BookTrailer: http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=IvOZWiUSb0c

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

Não sei

    Eu não sei sobre o que eu quero escrever hoje. Ontem meu dia foi tranquilo, fiquei na net, caminhei mais para o final da tarde, busquei as minhas irmãs na escola, assisti seriado e fui dormir - só consegui dormir depois de trocar mensagens com um amigo que também estava sem sono.
    O que eu estou sentindo hoje é estranho, uma mistura de sentimentos e sensações. Amor, muito amor, afeto, carinho, paixão, saudade, raiva, dor, cansaço, tédio, ódio, indignação, preguiça, enfim. Ai eu estava pensando...acho que vou terminar de escrever o meu livro hoje...será? Eu falo isso, escrevo um pouco e logo depois já paro. Mas hoje, eu estou com aquela vontade de escrever e ao mesmo tempo gritar pro mundo o que eu sinto. 
  Meu peito fica apertado devido a intensidade das emoções que eu sinto. As vezes eu acho que ele vai explodir...é como se não tivesse espaço suficiente em mim para sentir tudo o que eu sinto. Para finalizar o post de hoje, que afinal, nem teve um tema específico, eu vou contar o sonho que eu tive hoje.
    Sonhei que eu estava na presença de dois casais, em cima da calçada em frente a um prédio. Uma das mulheres está grávida, aquela gravidez não intencional e ai eu começo a querer tentar entender a história deles. Mas eu tive que sair daquele cenário e apareci dentro do prédio, indo em direção ao banheiro. Quando eu fui secar as mãos, o papel começou a ser preenchido por sangue e eu sai indignada, tentando entender porque eu estava tendo alucinações.
    Ai aparece a minha psicologa tentando me ajudar a descobrir porque eu estava vendo aquilo. Será que é por isso que eu acordei confusa, querendo entender algo, sem saber o que é? Será esse o motivo de tanta emoção misturada? 

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Escolhas

      Hoje eu acordei, entrei no pc e resolvi ouvir música. Não é pra rir, mas deu vontade de ouvir Backstreet Boys, aquelas primeiras músicas do grupo (minha infância). E lógico que eu senti nostalgia, não tem como não sentir. Infância, aquela época em que tudo era simples, eu só dançava debaixo no bloco, cantava, fazia apresentação para os adultos que passavam e brincava no parquinho. E a pior parte eram as punições por fazer coisas erradas. Porém, até os meus castigos eram bons, já que eu ficava no mesmo quarto que a minha irmã e a gente ficava brincando de jogos de tabuleiro (teve uma época que eu gostava desse tipo de jogo?).
       Eu acho que é verdade, a frase que diz que todo dia nós fazemos escolhas que vão mudar a nossa vida para sempre e nem percebemos. Ai eu me pego pensando: se eu não tivesse terminado com fulano, para ficar com o ciclano, eu não teria voltado a teclar com o outro. Se eu não tivesse voltado a teclar com o outro, eu não teria visitado os meus primos e nem teria aprendido a ficar imune a "bolos", mas eu também não teria terminado com o ciclano. E ai hoje, talvez eu não estivesse solteira, mas também estaria fisicamente longe.
       Mas independentemente das minhas escolhas (tenho que aprender a para de me punir e assumir a responsabilidade de que eu as fiz), hoje eu só tenho uma coisa na cabeça: viajar ou não viajar no Carnaval? Eu quero e não quero ir. Escolhas, escolhas, sempre vamos ter que abrir mão de alguma coisa. Mas acho que vou viajar, eu não estava reclamando que estava no tédio nos meus últimos dias de férias? Então essa seria a oportunidade perfeita para fazer algo diferente que não ficar em frente a uma tela.
    Enquanto sábado (o dia da viagem) não chega, eu vou continuar lendo, teclando e vendendo itens no Ragnarok...sim, eu gosto de vender coisas no jogo.

terça-feira, 14 de fevereiro de 2012

Dividindo Mel

     Hoje meu amigo perguntou: "E o blog, desistiu?" e isso foi o suficiente, para depois de horas pensando em escrever aqui, eu realmente escrever. Mas é como eu temia, um dia eu entraria aqui e ficaria com preguiça de escrever. Eu ainda estou de férias, e como eu disse a ele, estar de férias sem fazer nada, não gera nenhuma inspiração. E sem inspiração, quem é que vai conseguir escrever um post?
    Agora deixa eu fazer uma pergunta. Quem já leu um livro que se identifico quase 100% com a personagem principal? Eu achei que nunca acharia um livro desses. Sempre me identifiquei em partes com algum personagem, mas nunca tanto quanto a personagem Melissa Prudente do livro Dividindo Mel.
    Dividindo Mel é um livro escrito por Iris Figueiredo, uma blogueira. Acho que eu já começo a me identificar com o livro pelo fato de ele ter sido escrito por uma brasileira e a história se passar no Brasil - em Niterói, mais especificamente.
     Melissa é uma jovem de 19 anos, faz faculdade e já levou muitos foras de namorados. Mas de repente ela se vê indecisa entre dois homens com potencial para serem ótimos namorados. Não, essa parte eu não me identifiquei, já que não tem nenhum homem na minha vida que eu queira como namorado (será que um dia vai aparecer o dito "certo?").
    Me identifiquei porque ela sonha em achar o homem certo e sabe que contos de fadas na verdade não existem, mas nunca deixa de sonhar. Me identifiquei com as indagações dela sobre a vida e os homens durante o livro. Até a irmã da personagem combina com a minha irmã, por ser mais nova e por ser a pessoa que sempre vai maquiar e arrumar a irmã mais velha.
   Enquanto eu estava lendo o livro, fiquei trocando a frase do meu subnick toda hora, já que sempre tinha uma frase que batia com o que eu estava sentindo na hora. E adorei o fato de a autora ter frisado no final como é difícil terminar um relacionamento. Eu sei os dois lados, tanto o lado ruim de ter que terminar algo, como o lado ruim de ser a "vítima". Mas uma coisa que eu não suporto é todo mundo sempre defender a pessoa "vítima", sem nem saber o que os dois passaram e a contribuição dos dois para o término do relacionamento - desabafo.
    Agora deixa eu continuar lendo o próximo livro, beijinhos.

Ps: Blog da Iris Figueiredo => http://www.literalmentefalando.com.br/

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Histórias Cruzadas

     Hoje eu cheguei em casa e minha mãe perguntou: "Filha, o que você foi fazer sozinha?", eu respondi: "Fui ao cinema", ela: "É, e pelo jeito chorou". Como não chorar nesse filme? Ele merece um post só para ele. Um filme de drama, porém lindo, no sentindo em que a história e a trilha sonora nos fazem sentir nada mais do que esperança.
     A história é sobre uma jovem de 24 anos, que morava em Mississipi. Na época, existia uma divisão muito clara entre as pessoas ditas da "raça branca" e da "raça negra". E essa jovem resolve tentar mudar essa situação escrevendo um livro com os relatos da vida das empregadas domésticas, que eram "negras" e trabalhavam na casa de "brancos". É um filme que mostra muitas pessoas que criaram coragem e foram contra o sistema e a cultura da época, pessoas que conseguiram superar dificuldades, pessoas que lutaram e sentiram orgulho de si mesmas.
      O filme é um filme longo, com duração de duas horas e meia. Mas além de ser dramático, tem partes que são engraçadas, pelo menos muitos riram. Pelo que eu entendi, o filme foi baseado em um livro da autora Kathryn Stockett, chamado A resposta.
     Algumas das atrizes do filme foram indicadas para o Oscar, são elas:
          -Viola Davis
          -Octavia Spencer
          -Jessica Chastain
     Eu fiquei feliz por ido sozinha ao cinema assistir esse filme, chorei muito. Sabe o que eu mais gosto de filmes de drama? Eles me fazem enxergar o mundo e as situações com um olhar diferente do meu. Então eu sai do cinema vendo as pessoas de outra forma, sai do shopping sentido o ar diferente, a paisagem diferente e quando eu entrei no carro, tudo o que eu queria fazer era ficar sentada refletindo. Mas voltei pra casa, chorando o caminho inteiro. Será que os motoristas dos outros carros que me viram nesse estado me acharam louca?

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Falta de inspiração

      Eu não estou com vontade de escrever não, mas também não quero largar o blog pra sempre. 
      Vocês já pegaram carona com uma pessoa que vocês conheceram a três dias e ficou uma tensão no ar? Eu sim, ontem. Por sorte foi tranquilo. Ontem eu também, finalmente, terminei de ler o livro: Por um fio. Agora eu vou começar a ler o Laços do Espírito. 
     O objetivo era ler esse livro junto com um amigo, mas a essa altura (dois dias com os livros em mãos), ele já deve ter terminado de ler e eu ainda estou no segundo capítulo. E eu ainda vou sair hoje para ir comemorar o aniversário uma amiga a tarde, não vou ter tempo para ler muito. 
     Falando em ler, o meu curso mudou de dia e vai ser esse sábado, e eu não fiz a atividade. E não sei se vou fazer não, como mudaram em cima da hora, falaram para tentar fazer, mas se não desse, tudo bem (preguiça 100%). 
     E ainda tem esse calor...que me deixa com mais preguiça ainda. Alguém mais está suando o dia inteiro?

terça-feira, 7 de fevereiro de 2012

Crianças

      Ontem foi o dia "das crianças" na minha vida. Acordei e fui para a casa de um amigo conhecer a filhinha dele. Coisa mais fofa, neném ainda - 06 meses de idade. Quando eu voltei pra casa, mais para o final da tarde, minhas irmãs pediram para eu cuidar delas. E parar finalizar, eu fui ao cinema assistir um filme que é mais dedicado a crianças.
     O filme chama Viagem 2 - A ilha Misteriosa. Deveriam ter deixado só a segunda parte como título, teria ficado melhor. A história é meio boba, e o filme é pura fantasia, já que tem coisas que só acontece em filme mesmo - personagens passando por monte de coisas perigosas e ainda sobrevivendo. Mas as paisagens do filme são lindas, coloridas. Por sorte eu só paguei R$ 4,00 na meia - adoro promoção.
      E hoje, o dia começou engraçado. Percebi que cantar na academia é muito mico. Eu estava andando na esteira e do meu lado direito já tinha um homem lá a um tempo correndo. De repente ele começa a cantar: "Trago essa rosa, para lhe dar". Primeiro, que música velha. Segundo, ele não canta nada bem. Pelo menos eu o admiro pela coragem de cantar em voz alta. 
     Agora deixa eu terminar de ler o livro: Por um fio do Drauzio Varella, muito legal por sinal. Ele fala sobre alguns casos que ele atendeu durante a vida, abordando temas como sentimentos, mortes, como ele se sentia com as situações. Depois eu vou começar a ler o quinto livro da saga Academia dos Vampiros - Laços do Espírito, chegou ontem pelo correio.

domingo, 5 de fevereiro de 2012

Determinação

     Eu estou morrendo de sono. São 07:25 da manhã, de um domingo. Acordar cedo domingo, depois de ter voltado de uma festa às 02h da manhã, é complicado. E eu ainda estou tentando scannear um monte de material que me emprestaram ontem e que eu tenho que devolver hoje (daqui a exatamente uma hora e meia). Será que eu vou conseguir? Difícil.
     É isso que dá você querer ir se divertir um dia antes do curso. Quem marca um curso sexta à noite, sábado o dia inteiro e domingo de manhã? Só querendo muito estudar mesmo para ser submetido a isso. Eu acabei escapando um dia (sexta), porque foi a colação de grau da minha irmã.
   Colação de grau nunca é um evento que eu chamaria de divertido. Ficar escutando um monte de alunos/professores/diretor falando no microfone palavras inspiradoras para os mais novos desempregados do ano, gera um pouquinho de tédio. 
      Eu nem sei se os discursos foram bonitos (igual de filme/seriado), já que muitas pessoas que estavam  assistindo, levaram faixas, apitos, e coisas que fazem barulho. Tudo bem, mas ficar assoprando apito na hora que tem alguém tentando falar algo lá na frente é falta de respeito. A pessoa tinha que gritar para tentar ser ouvida. Mas será que os formandos ligam pra isso? Muitos estão tão feliz pela nova realização na vida.
      Depois nós fomos jantar em um restaurante, que por sinal estava vazio. Uma coisa engraçada de Brasília. A noite, as pessoas se concentram em restaurantes e bares e, se o restaurante estava vazio, é porque alguma coisa tinha lá. Mas nem ligamos, ficamos conversando sobre vários assuntos ao longo da noite, drogas, teorias, livros, filmes, adolescência, comida, enfim. O que tinha lá? A comida não era boa. 
    Eu fiquei tão feliz nesse dia, quando meu pai perguntou para mim: "Você já escreveu alguma coisa?". E eu respondi: "Sim, estou escrevendo" (descobri algo mais em que eu me pareço com ele). Ele fez uma expressão de surpresa, não esperava que eu fosse responder sim. E ai eu disse: "Mas eu não vou mostrar para vocês, porque quando eu leio, parece que não está bom". Ele falou para eu continuar escrevendo e daqui a alguns anos, pegar de novo e reler. E ai sim, tentar aperfeiçoar a forma da escrita, mas por agora, não perder a imaginação e inspiração. 
    Comecei a escrever esse post de manhã, agora já é hora do almoço, voltei do curso e vou terminar o post.  A festa de ontem...Música eletrônica, gente bonita e bebidas. Mas, como em Brasília nunca acontece nada, ai de repente aparece um show (axé, aff), toda a população resolve se aglomerar no mesmo lugar. Então a festa estava vazia, foi começar a ficar cheio 02h da manhã. Tendo que acordar cedo hoje, tive que voltar cedo também. Resumindo: eu queria ter curtido mais.
    Hoje? Ver seriado e descansar.

sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012

O Clube do Filme

     Vocês já repararam que existe um simples gesto que desarma e surpreende qualquer um, mas que poucas pessoas praticam? É só você falar: "Bom dia", para alguém que você nunca viu na vida, no meio da rua. Não sei vocês, mas eu acho isso brilhante. A expressão que as pessoas fazem gera, em mim, uma satisfação plena. 
     Deixando os comentários de lado, hoje eu vim falar sobre um livro: O Clube do Filme - terminei de ler ele ontem. Do ano passado para cá, eu fiquei cada vez mais viciada em cinema. Mas, sinceramente, eu não conheço nada da história do cinema, nem sobre atores, diretores, etc. Por mais que eu tenha vontade de estudar sobre, o que sempre me prende aos filmes é a história. 
      Então, como uma nova amadora de filmes, ganhei de presente de aniversário de um amigo, esse livro. Ele é pequeno, tem 232 páginas de história, uma página de anotações do revisor técnico e três folhas com uma listagem de filmes recomendados pelo autor do livro: David Gilmour. Eu pretendo assistir todos os filmes, mas dessa vez, eu vou baixar um por um e ir assistindo. Já aprendi que baixando um monte de uma vez só, gera preguiça e eu acabo não assistindo.
      O livro vai falar da história de um pai e um filho (verídico, o pai é o próprio autor) que moram juntos. O filho, adolescente, está indo mal na escola e o pai - eu também queria ter um pai desses - pergunta se ele quer desistir dos estudos. E assim, começa o clube do filme. Cada semana eles assistem pelo menos três filmes, e o livro vai alternando entre contar o que está acontecendo na vida dos dois, e falar um pouquinho da história de cada filme que eles assistiram. 
     Achei interessante ele ter misturado, porque ficar falando só da parte técnica dos filmes, iria ser monótono e tedioso. Ele foi dividindo os filmes em categorias, e ia mudando de categoria quando sentia necessidade de mostrar algo novo para o filho. Falando no filho, a forma como o autor o descreve, é linda. Você vê tamanha paixão e carinho que ele sente - até mesmo quando o adolescente faz besteiras. Mas, depois que eu terminei de ler, eu fiquei meio triste. Acho que foi a sensação do adeus.
     Outra coisa que eu me identifiquei muito, foi com o tema crescer/virar adulto que o livro aborda e também a forma como o autor escreve. Ele é rápido, ansioso, observador, apaixonado por tudo, intenso - pelo menos foi o que eu senti ao lê-lo. Acho que sou assim. 
   Recomendo o livro, mas se você é leigo que nem eu em relação a história do cinema, não vai achando que vai terminar de ler o livro e virar craque no assunto, até porque muitas coisas eu nem entendi, e outras eu tive que pesquisar.

quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Livro e Filme

    Alguém me explica...porque quando estamos dormindo mal durante a noite ninguém acorda você? E porque quando você têm a noite perfeita (não acordei de madrugada, estava frio, não tinha pernilongos), escuta um monte de gente falando, como se estivesse do lado da sua janela? Quantas vezes eu já não acordei batendo o pé no chão, para ir a cozinha e falar: "Gente, estou dormindo...tem como vocês falarem baixo?". Agora eu to aqui, morrendo de sono, e não consigo mais dormir - raiva.
      Bom, ontem, eu acabei fazendo algumas coisas da lista que eu tinha planejado. De manhã eu fui a academia (hoje? pensando ainda). Liguei para a minha psicologa (perguntando sobre o estágio e tudo o mais) e fiquei super feliz, vou poder voltar sexta-feira. Não, eu ainda não fiz a atividade do curso. Sabe quando você tem que ler um livro inteiro sobre a dinâmica do grupo e está com preguiça? Mas meu dia não foi de todo inútil, eu produzi sim.
     A noite eu fui ao shopping com a minha irmã, para comprarmos um sapato - amanhã é a colação de grau dela. Depois nós fomos ao cinema. A gente chegou era 19h e o filme começava só 21h40, então qual foi a minha ideia? "Vamos a Livraria Cultura, ai a gente come algo no café e você fica estudando". No começo ela queria que eu estudasse Direito Administrativo com ela, mas acho que logo logo ela cansou de ficar explicando as coisas pra mim - ela teria que explicar desde o começo.
     Assim, eu parti para as prateleiras. Ler é muito bom, prazeroso e etc., mas eu amo ver as capas dos livros. E lá estava eu olhando todos os livros que eu conseguia, e acabei parando sempre na prateleira que eu mais gosto (literatura estrangeira) e me vi pegando um livro chamado O céu está em todo lugar. Lógico que eu lembrava desse livro, meses atrás um amigo meu veio se exibir, mostrando que ganhou de uma bloggeira o livro dentro de uma caixa linda (que não vende, só sorteiam).
     A vantagem de se ter um café dentro de uma livraria, é poder pegar qualquer livro que você quiser, sentar, e ler. Fiquei pensando: "Será que tem alguém que vem aqui, para ler todos os livros possíveis, e ir embora sem comprar nenhum?". Eu não sei, acho que muitos gostam de possuir o livro (eu sou um exemplo disso). Eu sempre tive ciúmes dos meus livros, mas os que eu mais tenho são sagas sobre vampiro que eu ganhei de presente de um amigo que mora longe - minha irmã falou que queria ler a Academia dos Vampiros, e eu só desconversei, espero que ela esqueça rápido. Será que eu sou egoísta?
    Lá fui eu sentar na frente da minha irmã, e começar a ler o livro. A história eu ainda não sei se é boa mesmo, mas a forma como eles fizeram o livro é o máximo. A capa, a letra da impressão é toda azul, e tem umas páginas que imitam papéis amassados, com anotações que a personagem principal fez. Eu sei, eu tinha prometido que só iria comprar outro livro depois que eu lesse os que eu comprei, mas eu não resisti. Até porque eu já tinha quebrado essa promessa quando comprei pela net o quinto livro da saga A academia dos vampiros - é por isso que eu não gosto de promessas, eu não cumpro nem as que eu faço para mim mesma.
    Já viu uma pessoa super feliz andando no shopping com um livro na mão? Essa era eu ontem. Depois de feita a compra, nós fomos ao cinema. Vou admitir que comprar o livro, foi mais difícil do que fácil. Eu vi mais uns três perto que eu também tive vontade de ler, e fiquei gastando minutos de frente para a estante me perguntando: "Levo só um, ou três?". Levei um.
   Sabe qual que é o ruim de ir ao cinema muitas vezes várias semanas seguidas? É já saber os trailers que vão passar. Ontem eu assisti a um filme que foi baseado em uma trilogia, chamada Millennium do autor Stieg Larsson (deu vontade de ler). O nome do filme? Os homens que não amavam mulheres. Esse tipo de título para filme chama atenção, já que ele parece sugerir vários tipos de gênero.
     Antes de começar o filme, quem aparece no primeiro trailer? Nicolas Cage. Ao ver ele o que eu falo para a minha irmã? Motoqueiro Fantasma 2. Depois começam a aparecer letrinhas na tela falando: "Três pessoas estão mortas" e eu penso: "Ah tá, é aquele filme sobre exorcismo, que tem uma atriz brasileira".
      Ta bom, chega. Eu já estou virando nerd em trailers. O filme eu si eu adorei, muitos suspense e mistério, logo, é um filme escuro. Achei incrível o começo do filme, a entrada, não tem nem como explicar. Bom, talvez, para deixar um ponto de interrogação na nossa cabeça no final, o filme deveria ter acabado antes. Mas eu ainda não entendi, se ele fizeram para ser apenas um filme, ou se eles fizeram para ter mais. Achei muito interessante a personalidade de uma das personagens principais do filme - só assistindo para saber.
    O filme tem algumas cenas fortes, como violência sexual, agressão física. Ele é longo, mas é o tipo de filme que te prende e você nem vê a hora passar. O ruim? O cinema estava lotado e muitas cabeças ficaram na minha frente, isso dificulta a entrada profunda no filme. E ainda tinha um casal maldito do meu lado esquerdo. Acho que a mulher deveria estar super apaixonada, ou algo do tipo, porque toda hora ela tinha que ficar conversando e fazendo o seu companheiro rir (irritante).
    Acho que quando estou solteira, crio aversão a casais apaixonados e românticos. Melhor horário para ir ao cinema? Na sessão mais cedo que existir - vazio.