Ontem um amigo entrou no MSN e falou: "Li os posts que você publicou...eu tinha parado de ler" e eu pensei: que bom que o meu único leitor fiel de que eu tenho consciência ainda não me abandonou por completo. E o que eu fiquei mais feliz foi quando ele disse: "O mais interessante de tudo é que você consegue expressar tudo isso, a pessoa consegue sentir o que você tá pensando". Eu achava que eu não conseguia me expressar tão bem assim, mas fiquei satisfeita.
Se eu pudesse, eu tentaria escrever exatamente o que se passa pela minha cabeça em uma hora, ou em um dia inteiro, mas acho que seria impossível. Eu penso em muito coisa ao mesmo tempo, pulo de um assunto para outro e acho que isso é normal, já que todo ser humano é complexo. Talvez eu só tente expressar essa complexidade de alguma forma.
E hoje...hoje eu estou feliz. Pelo menos nesse exato momento. Amanhã eu vou fazer uma prova para tentar um estágio no Conselho da Justiça Federal. Não acho que eu vá passar na prova, porque a muito tempo que eu não estudo o que vai cair, mas o que me deixou feliz foi outra oportunidade de estágio que surgiu. Enviei meu currículo hoje de tarde e a noite me ligaram me chamando para fazer uma entrevista amanhã. O ruim, é que a entrevista seria no mesmo horário que a prova, mas pediram para eu ligasse depois da prova para ver se dá tempo - sorte, não tive que escolher, posso tentar os dois.
Sabe o que é engraçado? Sempre que eu conto para todo mundo um fato que talvez possa acontecer comigo - como esse - não dá certo. Parece que quando a gente age com discrição, as coisas acontecem naturalmente. Eu estou com medo de estar toda eufórica contando a novidade para vocês e chegar amanhã não dar tempo de fazer a entrevista, ou então ter que marcar para outro dia - será que pensar dessa forma significa que eu acredito em superstição?
Mudando totalmente de assunto, o livro O Morro dos Ventos Uivantes chegou ontem para mim. E eu comecei a folhear ele...fiquei bem surpresa. As letras são grandes e o livro é pequeno, eu imaginava exatamente o inverso. Achei que seria um livro grande, com letras pequenas e que a linguagem fosse muito difícil. Quanto a história eu não sei, ainda vou ler...agora que as aulas começaram eu fiquei ainda mais lerda para ler. Como um amigo diz: "Você lê igual uma tartaruga". O que eu posso fazer se eu tenho o meu próprio ritmo? Vou me respeitar e vou ler na velocidade que eu consigo e sinto prazer.
Se eu pudesse, eu tentaria escrever exatamente o que se passa pela minha cabeça em uma hora, ou em um dia inteiro, mas acho que seria impossível. Eu penso em muito coisa ao mesmo tempo, pulo de um assunto para outro e acho que isso é normal, já que todo ser humano é complexo. Talvez eu só tente expressar essa complexidade de alguma forma.
E hoje...hoje eu estou feliz. Pelo menos nesse exato momento. Amanhã eu vou fazer uma prova para tentar um estágio no Conselho da Justiça Federal. Não acho que eu vá passar na prova, porque a muito tempo que eu não estudo o que vai cair, mas o que me deixou feliz foi outra oportunidade de estágio que surgiu. Enviei meu currículo hoje de tarde e a noite me ligaram me chamando para fazer uma entrevista amanhã. O ruim, é que a entrevista seria no mesmo horário que a prova, mas pediram para eu ligasse depois da prova para ver se dá tempo - sorte, não tive que escolher, posso tentar os dois.
Sabe o que é engraçado? Sempre que eu conto para todo mundo um fato que talvez possa acontecer comigo - como esse - não dá certo. Parece que quando a gente age com discrição, as coisas acontecem naturalmente. Eu estou com medo de estar toda eufórica contando a novidade para vocês e chegar amanhã não dar tempo de fazer a entrevista, ou então ter que marcar para outro dia - será que pensar dessa forma significa que eu acredito em superstição?
Mudando totalmente de assunto, o livro O Morro dos Ventos Uivantes chegou ontem para mim. E eu comecei a folhear ele...fiquei bem surpresa. As letras são grandes e o livro é pequeno, eu imaginava exatamente o inverso. Achei que seria um livro grande, com letras pequenas e que a linguagem fosse muito difícil. Quanto a história eu não sei, ainda vou ler...agora que as aulas começaram eu fiquei ainda mais lerda para ler. Como um amigo diz: "Você lê igual uma tartaruga". O que eu posso fazer se eu tenho o meu próprio ritmo? Vou me respeitar e vou ler na velocidade que eu consigo e sinto prazer.