Medo do real...do entender que sou alguém que muitas vezes reveza em encaixar e não encaixar no mundo, imperfeita, furada, faltante.
Medo do imaginário...de acreditar que toda a fantasia que eu criei sobre a vida, sobre as relações, pessoas e objetos pode ser visto a olho nu pelo outro.
Medo do simbólico...da ingenuidade de achar que a minha linguagem sempre será compreendida e que assim, terei a paz que tanto procuro...
o de ser entendida no mundo.
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