segunda-feira, 9 de novembro de 2015

Eu não sou igual a ninguém
E ninguém é igual a mim.
Sendo assim, quem sou?

Produto de uma modernidade tecnológica líquida,
Onde tudo vem fácil e vai fácil,
Nada fica...nem a essência?

Somos seres moldados pelo outro, no outro, com o outro, nunca sozinhos.
Almejo a solidão, a liberdade de ser o que eu quero ser.

Dizem que nascemos sós e morreremos sós,
Mas, não consigo me sentir só.
Sempre cheia de amarrar inventadas, fantasiadas e imaginárias.

Qual é o meu desejo? Onde ele foi?
O que me tornei e o que quero me tornar?

Cansei de caminhar a esmo, como se tudo estivesse certo.
Hoje sinto que preciso parar...
Parar para pensar, refazer, repensar, refletir, questionar, resignificar...
E só depois agir.

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