domingo, 29 de abril de 2012

Bakuman

   Hoje está oficializado o término do final de semana. Mas se eu contar para vocês que o que eu fiz durante esses dois dias inteiros - estudei - vocês vão concluir junto comigo que eu não tive final de semana. Até porque a sensação desses dois preciosos dias da semana pode ser resumida em duas palavras para mim: descanso e diversão.
   Eu sei que nós, seres humanos, deveríamos conciliar horários de lazer e de trabalho - ao longo da semana. Entretanto, o que eu faço nos meus horários de lazer é ler algum livro/mangá ou ficar na internet (redes sociais, messenger, escrevendo no blog, vendo sites e gastando dinheiro com compras virtuais). Ou seja, para o final de semana ficam programas que consistem em se locomover de casa, como ir ao cinema, churrasco, shopping, etc.
   O tema que eu escolhi para esse post é o mangá chamado Bakuman. Ele é um mangá escrito pelos mesmos autores de Death Note (já assiste o anime e adorei): Tsugumi Ohba e Takeshi Obata. Me falaram que já existe o anime, mas esse eu ainda não tive tempo de baixar e assistir.
    A história de Bakuman gira em torno de dois personagens Moritaka Mashiro e Akito Takagi, que tem um sonho em comum, se tornarem mangakás - profissionais que vivem de criações de mangás. Assim, a história vai fluindo no processo da conquista desse sonho. É muito interessante, porque você aprende muito sobre o processo, o que deve ser feito, o que precisa e o quanto demanda de energia para ser um mangaká.
    Eu, particularmente, achei legal a ideia da história. Mas eu só li os três primeiros volumes, já que eu estou lendo de um amigo meu. O volume que eu mais gostei foi o primeiro, ele tem aquele típico final de mistério que faz com que você queira ler urgentemente o segundo. Já o segundo o final não teve nada demais, e como meu amigo disse e eu vou ter que concordar: "Eles começaram com força total no primeiro, mas parece que depois a história vai decaindo e perdendo força". Quanto ao volume três, eu ainda não terminei de ler, mas poderia dizer que o padrão de qualidade se manteve comparado com o segundo. Não tive tantas surpresas, mas consegui rir bastante.
   As características que mais marcam os personagens, não só desse mangá, como da maioria, é a determinação e perseverança que eles tem para correr atrás do que mais desejam. E os romances tem uma concepção diferente da tradicional, principalmente do Mashiro com uma colega de classe.
 O mangá contem muitas cenas engraçadas, tanto em relação ao conteúdo e falas dos personagens, quanto aos traços dos desenhos, gerando expressões cômicas. O mais engraçado foram as primeiras falas que eu li do personagem Mashiro, porque lembrei de um amigo meu - eles são tão parecidos. 

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