Como o foco do post de ontem foi a entrevista do estágio que eu fui chamada - acho que não deu certo não, só terei certeza quando eles ligarem ou não me ligarem amanhã - hoje vai ser sobre algo que ocorreu ontem e eu quis escrever um post único para ele.
Na minha aula de Terapia Conjugal e Familiar, a professora sugeriu que fizéssemos uma atividade. A atividade consistia em colocarmos o nosso nome no quadro, explicar a origem dele e falar um pouco da nossa família (pais, irmãos, avós, etc). Quando eu fui explicar o meu nome, percebi que não sabia/lembrava a origem dos meus sobrenomes e fiquei pensando: "Algo que faz parte da nossa identidades e a gente nem sempre tenta explorar isso".
Como eu sai com meu pai para almoçar, resolvi aproveitar para perguntar a origem do sobrenome Guimarães - é o sobrenome que eu mais gosto. Descobri que ele já havia me contado a história, mas eu tinha esquecido - será que eu tenho que treinar a minha memória? Mas foi ótimo ter escutado tudo de novo, tenho orgulho do meu nome, mesmo a origem não tendo sido de famílias nobres e ricas.
Parece que até o meu bisavô a família era rica, mas ele era um péssimo administrador e acabou perdendo tudo. Acabou construindo uma escola e a família do meu avô (tirando ele) foi pra essa área...uma família de educadores. Eu vi isso refletido no meu pai, que até hoje tem o sonho de ser professor. Acho esse sonho dele lindo - pelo fato de os olhos dele sempre brilharem quando ele fala sobre - mas eu não me imagino dando aula.
Falando em aula, esse semestre eu estou tendo as duas aulas mais esperadas do curso. Uma é ver a teoria aplicada na prática de forma verbal, como manuseá-la e a outra aula é prática em si. Mas a prática é apenas a parte de entrevista e aplicação de testes, porque a parte de aplicar as teorias vai ser só no meio do ano. Ta certo que eu já apliquei e corrigi vários testes no meu estágio, mas dessa vez é diferente. Vamos ter que fazer a parte de entrevista também. Eu estou muito eufórica, mas ao mesmo tempo muito ansiosa e nervosa.
Hoje foi a primeira orientação, e quando o professor falou como nós vamos ter que fazer e como nos portar, meu coração começou a querer sair do peito de tão forte que estava batendo - espero não ter nenhum infarto quando for atender o cliente.
E para fechar o dia, nada melhor do que uma boa terapia a noite. "Que haja transformação, e que comece comigo".
Na minha aula de Terapia Conjugal e Familiar, a professora sugeriu que fizéssemos uma atividade. A atividade consistia em colocarmos o nosso nome no quadro, explicar a origem dele e falar um pouco da nossa família (pais, irmãos, avós, etc). Quando eu fui explicar o meu nome, percebi que não sabia/lembrava a origem dos meus sobrenomes e fiquei pensando: "Algo que faz parte da nossa identidades e a gente nem sempre tenta explorar isso".
Como eu sai com meu pai para almoçar, resolvi aproveitar para perguntar a origem do sobrenome Guimarães - é o sobrenome que eu mais gosto. Descobri que ele já havia me contado a história, mas eu tinha esquecido - será que eu tenho que treinar a minha memória? Mas foi ótimo ter escutado tudo de novo, tenho orgulho do meu nome, mesmo a origem não tendo sido de famílias nobres e ricas.
Parece que até o meu bisavô a família era rica, mas ele era um péssimo administrador e acabou perdendo tudo. Acabou construindo uma escola e a família do meu avô (tirando ele) foi pra essa área...uma família de educadores. Eu vi isso refletido no meu pai, que até hoje tem o sonho de ser professor. Acho esse sonho dele lindo - pelo fato de os olhos dele sempre brilharem quando ele fala sobre - mas eu não me imagino dando aula.
Falando em aula, esse semestre eu estou tendo as duas aulas mais esperadas do curso. Uma é ver a teoria aplicada na prática de forma verbal, como manuseá-la e a outra aula é prática em si. Mas a prática é apenas a parte de entrevista e aplicação de testes, porque a parte de aplicar as teorias vai ser só no meio do ano. Ta certo que eu já apliquei e corrigi vários testes no meu estágio, mas dessa vez é diferente. Vamos ter que fazer a parte de entrevista também. Eu estou muito eufórica, mas ao mesmo tempo muito ansiosa e nervosa.
Hoje foi a primeira orientação, e quando o professor falou como nós vamos ter que fazer e como nos portar, meu coração começou a querer sair do peito de tão forte que estava batendo - espero não ter nenhum infarto quando for atender o cliente.
E para fechar o dia, nada melhor do que uma boa terapia a noite. "Que haja transformação, e que comece comigo".
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